DESENVOLVIMETO
FCO vai injetar R$ 217 milhões nos setores rural e empresarial no Estado
A FCO Empresarial teve 9 projetos deferidos e terá recursos liberados de R$ 63,6 milhões, o que irá resultar 860 empregos diretos e indireto
Economia
O Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Codem), constituído pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT) e parceiros, aprovou R$ 217 milhões em linhas de crédito do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO) para produtores rurais e empresários investirem no Estado. O montante foi deferido na última quinta-feira (10), durante a 6ª reunião ordinária.
No total, foram aprovadas 55 cartas-consulta de ambas as modalidades e autorizadas 8 revalidações de contrato. No FCO Rural foram deferidos 46 projetos que somaram mais de R$ 153,4 milhões de crédito, recursos que vão gerar 392 empregos diretos e indiretos. Dentre as aprovações, estão 15 projetos para pequenos produtores, 21 para pequenos-médios produtores, 7 médios-produtores, 1 para médio grande produtores e 2 para grandes produtores.
A modalidade FCO Empresarial teve 9 projetos deferidos e terá recursos liberados na ordem de R$ 63,6 milhões, o que irá resultar 860 empregos diretos e indiretos, em Mato Grosso. Entre os contemplados pelo programa estão 4 empresas de pequeno porte, 4 de pequeno-médio porte, 1 empresa média.
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Conselho, César Miranda, os recursos do Fundo propiciam a pulverização de financiamentos nos setores produtivos, em todo o Estado.
“O crédito concedido pelo Estado tem promovido o desenvolvimento em todas as regiões de Mato Grosso, estimulando a criação de empregos e renda. Esse é o intuito do Governo do Estado, oferecer condições para que mais produtores e empresários tenham acesso ao crédito, ampliem suas atividades e fomentem a economia mato-grossense”, ressalta Miranda.
Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
-
Polícia6 dias atrásMPT investiga padaria em Cuiabá após denúncia de pressão para voto em Flávio Bolsonaro
-
Política5 dias atrásAssembleia Legislativa instala Câmara Setorial para ampliar atendimento às pessoas com obesidade
-
Política7 dias atrásFlávia Moretti veta passe livre para autistas e pessoas com fibromialgia em Várzea Grande
-
Cidades2 dias atrásEspaço de Acolhimento à Mulher do HMC garante sigilo e amparo às vítimas de violência
-
Política4 dias atrásThiago Silva reúne-se com governador e defende investimentos em educação e saúde
-
Política5 dias atrásRquerimento cobra celeridade em obras de escola em Rondonópolis
-
Cidades4 dias atrásPrefeitura e Estado discutem melhorias na segurança viária da Avenida da FEB durante obras do BRT
-
Esporte6 dias atrásPalmeiras vence o Fluminense nos pênaltis e disputa a 8ª final de Libertadores

