"Imunização"
Expectativa é de vacinar 33 milhões de animais contra febre aftosa em Mato Grosso
Somente os municípios da região Noroeste de Mato Grosso, que já são reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como “zona livre de febre aftosa sem vacinação”, não devem imunizar o rebanho. São eles: Rondolândia e algumas propriedades dos municípios de Colniza, Aripuanã, Juína e Comodoro.
Economia
Começou na última terça-feira (1º/11) a segunda etapa da vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso e a estimativa é de que 33 milhões de bovinos e bubalinos de todas as idades sejam vacinados nesta etapa, segundo o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea).
A vacinação segue até 30 de novembro e devem ser imunizados, inclusive, os animais pertencentes às propriedades localizadas no Baixo-Pantanal Mato-grossense. Após a imunização, a vacinação deve ser comunicada ao Indea até o dia 10 de dezembro.
Somente os municípios da região Noroeste de Mato Grosso, que já são reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como “zona livre de febre aftosa sem vacinação”, não devem imunizar o rebanho. São eles: Rondolândia e algumas propriedades dos municípios de Colniza, Aripuanã, Juína e Comodoro.
Nestes casos, os produtores rurais devem comunicar ao Indea o estoque do rebanho até 30 de novembro. Tanto a comunicação da vacinação, como a do estoque do rebanho, podem ser feitas nas unidades do Indea no interior, ou no Módulo do Produtor, no site do Indea.
Vacinação suspensa
A campanha de vacinação contra a febre aftosa de 2022 pode ser a última em Mato Grosso e outros cinco estados, além do Distrito Federal. A vacinação será suspensa como parte do Plano Estratégico da Febre Aftosa (PNEFA) criado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), junto às instituições interessadas, para ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação no país a partir de 2023.
Mato Grosso está livre da doença, com vacinação, desde 1996.
Economia
Setor de serviços fica estável em julho e sobe 2,4% em 12 meses
O setor de serviços, o que mais emprega na economia, apresentou estabilidade na passagem de junho para julho, ou seja, teve variação nula (0%).

Com esse resultado, o setor, que reúne atividades como transporte, turismo, restaurantes, salão de beleza, internet e tecnologia da informação (TI), apresenta alta de 1,9% no ano e 2,4% em 12 meses.
O dado de julho mostra desaceleração, uma vez que o acumulado de 12 meses até junho era de 2,6%.
Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O desempenho de julho deixa os serviços em patamar 0,2% abaixo do maior nível já registrado, que pertence a outubro de 2025.
A pesquisa revela que quatro das cinco atividades avaliadas pelo IBGE apresentaram alta na passagem de junho para julho:
Serviços prestados às famílias: 0,5%
Serviços de informação e comunicação: -2,5%
Serviços profissionais e administrativos: 0,6%
Transportes, armazenagem e correio: 0,4%
Outros serviços: 0,7%
Apesar de serem classificados como atividade de serviços, os bancos não são incluídos no levantamento do IBGE.
Turismo
A Pesquisa Mensal de Serviços traz também o índice de atividades turísticas (Iatur), que apresentou expansão de 2,7% em julho, na comparação com o mês anterior. No acumulado de 12 meses, o patamar de alta se reduz para 0,6%.
Esses resultados deixam as atividades de turismo 9,4% acima do patamar pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 3,8% abaixo do maior nível já alcançado, em dezembro de 2024.
O Iatur reúne 22 das 166 atividades de serviços investigadas na pesquisa e que são ligadas à atividade turística, como hotéis, agências de viagens, bufê e transporte aéreo de passageiros.
São divulgadas informações de 17 unidades da federação: Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Goiás e Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Alagoas e Rio Grande do Norte.
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