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Empresários cuiabanos encerram o ano com confiança na economia

181 empresas entrevistadas na Capital, 92,2% têm avaliam aumentar a contratação de funcionários

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Economia

Foto: Kaboompics/Pexels

Empresários de Cuiabá estão vendo o cenário de pandemia com menos pessimismo, após ficarem quase quatro meses impedidos de abrir seus estabelecimentos, em 2020, e novamente algumas semanas no começo do ano, a confiança na econômica encerrará o ano no positivo. Outro bom resultado a expectativa de geração de empregos. Das 181 empresas entrevistadas na Capital, 92,2% têm avaliam aumentar a contratação de funcionários.

O Índice de Confiança (ICEC), medido pela Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo), teve leve alta em dezembro de 2%, em relação a novembro. A variação fez o índice chegar a 135 pontos. Ao longo do ano, a confiança dos empresários subiu 10% na comparação com 2020.

Conforme a federação, todos os componentes da pesquisa ICEC tiveram variação positiva em dezembro. O destaque ficou com o índice que acompanha o investimento, com alta de 4,5%. Outro bom resultado a expectativa de geração de empregos. Das 181 empresas entrevistadas na Capital, 92,2% têm avaliam aumentar a contratação de funcionários.

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IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) irá liberar, a partir de amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, no site de sua loja, o acesso aos mapas-múndi do Brasil lançados de 2024 a 2026. A versão mais recente foi aprovada globalmente, na última sexta-feira (4), na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A reunião é a oportunidade para que chefes de Estado e governo dos Estados-membros debatam tópicos mundiais e proponham deliberações que, embora não tenham força de lei, são dotadas de relevante carga política. No caso dos mapas-múndi, a votação foi encerrada com 164 países favoráveis à mudança e utilização da projeção Equal Earth, que se aproxima dos mapas disseminados pelo IBGE.

O único voto contrário foi dos Estados Unidos. Seis abstenções foram registradas. 

Embora somente agora a pauta tenha ganhado destaque na assembleia, a reivindicação por uma representação mais fidedigna à realidade, com proporções corretas, é antiga. A fundamentação da proposta aprovada é resultado de um esforço da União Africana (UA), algo coerente, já que o continente africano é, desde o século 16, diminuído nos mapas-múndi adotados, assim como é a América do Sul. 

Como referência daquela época até a atualidade, é usado um feito pelo cartógrafo Gerardus Mercator, para navegação e que espelha a percepção dos colonizadores. Regiões como a América do Norte e a Groenlândia nele aparecem ampliadas, sem corresponder às dimensões que têm concretamente.

“A adoção da projeção Equal Earth pela ONU reforça a posição da Diretoria de Geociências do IBGE de acompanhar de forma contínua as inovações cartográficas e de adotar representações do mundo que dialoguem com demandas sociais por mais equilíbrio e justiça na forma de mapear o nosso planeta”, argumenta Maria do Carmo Bueno, Diretora de Geociências do IBGE.




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