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Crédito para o desenvolvimento turístico em Mato Grosso

Os itens financiáveis incluem infraestrutura física, como implantação, ampliação, modernização e reforma, usinas fotovoltaicas, móveis, utensílios, máquinas e equipamentos.

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Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

A agência Desenvolve MT – Agência de Fomento ao Crédito de Mato Grosso – participará da Feira Internacional do Turismo do Pantanal (FIT Pantanal) 2024, de 30 de maio a 2 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.

No estande do Governo de Mato Grosso, a Desenvolve MT oferecerá atendimento personalizado ao público, diariamente das 17h às 22h, com foco nos interessados em expandir negócios turísticos. A agência dispõe de opções de crédito com taxas de juros atrativas para impulsionar o desenvolvimento do setor.

A FIT Pantanal 2024 será uma plataforma de exposições, palestras, oficinas, apresentações artísticas e um festival gastronômico, promovida pelo Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IPF e o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Com entrada gratuita, a feira deste ano abordará o tema “Turismo, Eventos, Agro & Negócios”.

Segundo Elizandra Helmann, superintendente de crédito da Desenvolve MT, a agência visa apoiar pequenos e médios empresários para fortalecer a economia e o turismo local. “Para um crescimento sustentável do turismo, é essencial oferecer suporte financeiro aos empreendedores, tornando o estado um destino mais atrativo e competitivo”, explicou.

O crédito facilita a modernização de infraestruturas turísticas, capacitação profissional, criação de novos serviços e expansão de empreendimentos existentes, gerando empregos e melhorando a qualidade dos serviços turísticos, além de fortalecer a economia local.

Na FIT Pantanal 2024, empreendedores e profissionais do turismo poderão explorar novas oportunidades de crescimento. A Desenvolve MT está preparada para auxiliar os empresários mato-grossenses a expandirem seus negócios.

A agência oferece duas modalidades de financiamento para o turismo, que podem ser aplicadas em obras civis, aquisição de máquinas, equipamentos e veículos, beneficiando guias turísticos, pousadas, hotéis e agências de turismo. Entre os financiáveis, estão a instalação de energia solar e a compra de novos veículos.

Micro e pequenos empresários do setor turístico registrados no Cadastur do Ministério do Turismo também podem solicitar crédito com a Desenvolve MT.

Para investimentos, a linha de crédito oferece até R$1,5 milhão, com prazo de 120 meses para quitação e carência de 24 meses, com juros de 1,00% ao mês e bônus de 30% para pagamentos em dia na fase de amortização. Os itens financiáveis incluem infraestrutura física, como implantação, ampliação, modernização e reforma, usinas fotovoltaicas, móveis, utensílios, máquinas e equipamentos.

Para transporte, o crédito cobre até 80% do valor de veículos exclusivos para atividades turísticas, como vans, microônibus e ônibus, com valor de até R$1,5 milhão e taxa de juros de 1,40% ao mês, reduzindo para 0,84% se pago em dia. O prazo é de até 72 meses, com carência de até seis meses.

A solicitação de crédito pode ser feita digitalmente através do site da agência, onde também é possível simular os valores antes da contratação.

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Dólar fica estável em R$ 5,08, mas cai 0,58% na semana

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O mercado financeiro encerrou a sexta-feira (24) dividido entre a cautela com as novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos e os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O dólar fechou praticamente estável frente ao real, e a bolsa caiu mais de 1,5%, pressionada pela queda no petróleo, que recuou em meio a expectativas de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.

Principais números:

  • Dólar: R$ 5,081 (-0,06%), queda de 0,58% na semana;
  • Ibovespa: 174.041 pontos (-1,52), alta de 0,19% na semana;
  • Petróleo tipo Brent: US$ 96,78 por barril (-3,88%), alta de quase 10% na semana;
  • Petróleo tipo WTI: US$ 89,31 por barril (-3,12%), alta de 8% na semana.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o pregão praticamente sem variação, cotado a R$ 5,081, com queda de apenas 0,06%. A cotação abriu em R$ 5,09, chegou a cair para R$ 5,04 por volta das 12h, mas aproximou-se da estabilidade ao longo da tarde.

A moeda foi influenciada principalmente pelo cenário externo. Os investidores acompanharam a entrada em vigor das novas tarifas de 10% a 12,5% impostas pelos Estados Unidos a 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil, além das notícias sobre uma possível retomada das negociações entre Washington e Teerã, mediada pelo Paquistão com apoio da China.

O real voltou a apresentar desempenho superior ao de outras moedas emergentes na semana, beneficiado pelo fato de o Brasil ser exportador líquido de petróleo e pela elevada diferença entre juros domésticos e os juros nos Estados Unidos, que continua atraindo capitais financeiros.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou praticamente estável.

Ibovespa recua

No mercado de ações, o Ibovespa caiu 1,52%, aos 174.041 pontos, encerrando o pregão na mínima do dia. Apesar da queda, o índice conseguiu acumular alta de 0,19% na semana.

A queda do petróleo levou investidores a venderem ações de petroleiras, para realizarem lucros (embolsarem ganhos recentes). Ações de mineradoras acompanharam o recuo do minério de ferro. Os grandes bancos também sofreram com a redução do fluxo estrangeiro para mercados emergentes.

Além do cenário internacional, o mercado monitorou as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Como o novo tarifaço vinha sendo anunciado nas últimas semanas, os investidores avaliam que a maior parte do impacto das medidas está refletido nas ações.

Petróleo recua

Depois de ultrapassar US$ 100 por barril na quinta-feira (23) pela primeira vez desde maio, o petróleo devolveu parte dos ganhos nesta sexta-feira.

O movimento foi provocado por informações de que a China iniciou uma articulação diplomática para reabrir as negociações entre Estados Unidos e Irã, com participação do Paquistão, elevando as expectativas de uma redução das tensões no Oriente Médio.

O barril do tipo Brent, referência para a Petrobras, fechou em US$ 96,78, queda de 3,88%. O petróleo WTI, do Texas, recuou 3,12%, para US$ 89,31.

Apesar da correção, o mercado segue atento aos riscos para a oferta global de petróleo. Os confrontos entre Estados Unidos e Irã continuam, o Estreito de Ormuz opera com tráfego reduzido e os ataques dos houthis no Mar Vermelho ainda representam ameaça às principais rotas marítimas de transporte de energia.

*Com informações da Reuters



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