SECRETARIA ESTADUAL DE FAZENDA

“Ciclo de investimentos da atual gestão vai atrair mais empresas para MT”, afirma secretário

Rogério Gallo destaca que equilíbrio fiscal e eficiência são as palavras de ordem para os próximos quatro anos

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Economia

Foto por: Secom-MT

A meta do Governo de Mato Grosso para os próximos quatro anos é manter o ciclo de investimentos feitos entre 2019 e 2022 e, com a execução do cronograma já estabelecido e o equilíbrio econômico-financeiro, atrair mais empresas para o estado, gerando mais emprego e renda para a população, segundo o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo.

“Em curto espaço de tempo, eu falo dos próximos quatro anos, nós temos um ciclo de investimentos públicos que estão contratados, que vão gerar emprego e renda, e também de investimento privado, seja no setor de energia, no caso do etanol de milho, mas também nos setores de algodão, soja, milho, e a gente espera que isso se reverta cada vez mais em mais atratividade para novas empresas virem para Mato Grosso. A nossa perspectiva para o segundo mandato é sustentar esse ciclo de investimentos públicos”, destacou o secretário.

De acordo com ele, a meta do Governo continua sendo investir parte siginificativa do orçamento em avanços e melhorias nas áreas de saúde, educação, segurança pública e infraestrutura. “Isso gera emprego e renda que chega lá na ponta para o cidadão”, ressaltou.

O secretário afirmou que colocar o contribuinte no centro das suas próprias decisões também é uma prioridade para o governador Mauro Mendes. “Pretendemos dar automatização no atendimento ao contribuinte, ofertando mais eficiência ao fluxo de processos e desburocratizando-os. Nosso objetivo é que a Secretaria de Fazenda entre no mundo virtual e facilite a vida do empresário e do contribuinte, para que ele mesmo possa resolver o seu problema”, explicou.

Os novos valores do programa Nota MT, as novas regras de distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos municípios, o equilíbrio das receitas e despesas e o compromisso do Governo de Mato Grosso com os servidores públicos também são destacados pelo secretário como resultados positivos obtidos nos últimos anos.

No vídeo abaixo o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, fala sobre os investimentos já feitos e as perspectivas. Assista aqui.

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Dólar fica estável em R$ 5,08, mas cai 0,58% na semana

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O mercado financeiro encerrou a sexta-feira (24) dividido entre a cautela com as novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos e os desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O dólar fechou praticamente estável frente ao real, e a bolsa caiu mais de 1,5%, pressionada pela queda no petróleo, que recuou em meio a expectativas de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã.

Principais números:

  • Dólar: R$ 5,081 (-0,06%), queda de 0,58% na semana;
  • Ibovespa: 174.041 pontos (-1,52), alta de 0,19% na semana;
  • Petróleo tipo Brent: US$ 96,78 por barril (-3,88%), alta de quase 10% na semana;
  • Petróleo tipo WTI: US$ 89,31 por barril (-3,12%), alta de 8% na semana.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o pregão praticamente sem variação, cotado a R$ 5,081, com queda de apenas 0,06%. A cotação abriu em R$ 5,09, chegou a cair para R$ 5,04 por volta das 12h, mas aproximou-se da estabilidade ao longo da tarde.

A moeda foi influenciada principalmente pelo cenário externo. Os investidores acompanharam a entrada em vigor das novas tarifas de 10% a 12,5% impostas pelos Estados Unidos a 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil, além das notícias sobre uma possível retomada das negociações entre Washington e Teerã, mediada pelo Paquistão com apoio da China.

O real voltou a apresentar desempenho superior ao de outras moedas emergentes na semana, beneficiado pelo fato de o Brasil ser exportador líquido de petróleo e pela elevada diferença entre juros domésticos e os juros nos Estados Unidos, que continua atraindo capitais financeiros.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, terminou praticamente estável.

Ibovespa recua

No mercado de ações, o Ibovespa caiu 1,52%, aos 174.041 pontos, encerrando o pregão na mínima do dia. Apesar da queda, o índice conseguiu acumular alta de 0,19% na semana.

A queda do petróleo levou investidores a venderem ações de petroleiras, para realizarem lucros (embolsarem ganhos recentes). Ações de mineradoras acompanharam o recuo do minério de ferro. Os grandes bancos também sofreram com a redução do fluxo estrangeiro para mercados emergentes.

Além do cenário internacional, o mercado monitorou as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Como o novo tarifaço vinha sendo anunciado nas últimas semanas, os investidores avaliam que a maior parte do impacto das medidas está refletido nas ações.

Petróleo recua

Depois de ultrapassar US$ 100 por barril na quinta-feira (23) pela primeira vez desde maio, o petróleo devolveu parte dos ganhos nesta sexta-feira.

O movimento foi provocado por informações de que a China iniciou uma articulação diplomática para reabrir as negociações entre Estados Unidos e Irã, com participação do Paquistão, elevando as expectativas de uma redução das tensões no Oriente Médio.

O barril do tipo Brent, referência para a Petrobras, fechou em US$ 96,78, queda de 3,88%. O petróleo WTI, do Texas, recuou 3,12%, para US$ 89,31.

Apesar da correção, o mercado segue atento aos riscos para a oferta global de petróleo. Os confrontos entre Estados Unidos e Irã continuam, o Estreito de Ormuz opera com tráfego reduzido e os ataques dos houthis no Mar Vermelho ainda representam ameaça às principais rotas marítimas de transporte de energia.

*Com informações da Reuters



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