dia dos finados

CDL Cuiabá critica fechamento do comércio no dia de Finados

O presidente da CDL Cuiabá, Junior Macagnam, lamentou a decisão e destaca que a medida penaliza o município, além de trabalhadores e empresários.

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Economia

EMANOELE DAIANE

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) reitera que os estabelecimentos comerciais da capital não estarão autorizados a funcionar neste sábado (2 de novembro), feriado de Finados. Como em 2024 o feriado religioso cai em um sábado, dia de maior movimentação para a maioria dos empreendimentos, os sindicatos laborais e patronais já tinham chegado a um acordo para que as empresas pudessem abrir as portas normalmente, desde que a Prefeitura de Cuiabá autorizasse a abertura.

Em Várzea Grande a Prefeitura  autorizou o  funcionamento dos estabelecimentos comerciais

O presidente da CDL Cuiabá, Junior Macagnam, lamentou a decisão e destaca que a medida penaliza o município, além de trabalhadores e empresários.

O combinado entre empregadores e funcionários previa o cumprimento de termos vigentes na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) de Cuiabá e Várzea Grande para feriados, como pagamento dobrado aos colaboradores, bem como comissões de vendas efetuadas no dia.

“Respeitamos a liberdade e a fé de todos, mas vale ressaltar que o comércio fechado representa economia estagnada, menores ganhos e comissões para os colaboradores e perda no potencial de arrecadação de impostos para o poder público. É lamentável que a prefeitura interfira dessa forma contra o progresso da capital”, complementa  o presidente da CDL.

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IGP-M volta a subir em setembro e acumula alta de 3,34% em 12 meses

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou inflação de 1,57% em setembro deste ano. No mês anterior, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,22%.

Com os dados divulgados nesta terça-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula inflação de 3,45% neste ano e de 3,34% em 12 meses. Em setembro de 2025, o IGP-M havia registrado taxas de 0,42% no mês e de 2,82% em 12 meses.

A alta em setembro foi puxada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação do atacado, e que passou de uma deflação de 0,34% em agosto para uma inflação de 2,08% em setembro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, passou de uma deflação de 0,41% em agosto para uma alta de preços de 0,50% em setembro.

O terceiro subíndice que compõe o IGP-M, o Instituto Nacional de Custo da Construção (INCC), teve, em setembro, inflação mais moderada (0,25%) do que em agosto (0,41%).

 



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