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Capacitação fortalece acolhimento e cuidado em situações de crise no CAPS III de Várzea Grande

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O cuidado em saúde mental exige escuta, acolhimento e preparo dos profissionais para lidar com diferentes situações, especialmente nos momentos de crise. Com esse objetivo, o Centro de Atendimento Psicossocial Transtorno Mental, porte III (CAPS III TM), de Várzea Grande, realizou uma capacitação de Educação em Saúde com a equipe multiprofissional da unidade.

A atividade teve como tema o acolhimento e o cuidado às pessoas em situações de crise em saúde mental, buscando fortalecer as práticas desenvolvidas no serviço, qualificar a abordagem dos profissionais e ampliar uma assistência cada vez mais humanizada, integral e pautada nas necessidades de cada usuário.

A capacitação foi idealizada pelas residentes Phaolla Ferreira e Taína Almeida, que identificaram a importância de promover um momento de alinhamento e troca de conhecimentos entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento aos usuários.

Para o gerente da unidade, Yasser Baracat, momentos como esse são fundamentais para fortalecer o trabalho coletivo e aprimorar a assistência.

“Uma equipe preparada e alinhada faz toda a diferença no cuidado em saúde mental. O acolhimento precisa acontecer de forma humanizada, com escuta e respeito às necessidades de cada usuário. Essa capacitação fortalece justamente esse olhar e contribui para que todos estejam mais preparados para atuar diante das situações de crise”, destacou Yasser.

A iniciativa também reforça a importância da Educação Permanente em Saúde como ferramenta para qualificar os serviços e promover espaços de aprendizado e reflexão entre os profissionais.

No CAPS III TM, o trabalho multiprofissional é fundamental para garantir um cuidado contínuo e individualizado, considerando não apenas a situação de crise, mas também o contexto e as necessidades de cada pessoa atendida.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Anac estabelece regras mais restritivas para aviação em Congonhas (SP)

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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estabeleceu regras mais restritivas para alocação de horários de pousos e decolagens (slots) no Aeroporto de Congonhas (SP).

Pelas novas regras, os operadores de aviação geral – como serviço de taxi-aéreo e jatos executivos – terão de contratar um provedor de serviços de base fixa (FBO, na sigla em inglês) antes de solicitar os horários de operação, o que significa a contratação antecipada de serviços de apoio em solo.

A medida, segundo a Anac, “busca combater o mercado paralelo de slots no aeroporto, estabelecendo regras mais rigorosas para a atuação de operadores de táxi-aéreo e de aeronaves privadas”.

“Isso busca assegurar que as operações tenham estrutura de atendimento em solo previamente contratada, reduzindo o risco de impactos na movimentação aeroportuária decorrentes da indisponibilidade de serviços ou da falta de suporte operacional adequado”, diz a agência.

O diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein, informou que a agência vai acompanhar e fiscalizar a medida para combater o comércio paralelo de slots.   

“Na prática, as novas regras também restringem as condições de utilização de Congonhas pela aviação geral, ao exigir maior planejamento e comprovação prévia da estrutura necessária para cada operação”, explica Faierstein.

A Agência Brasil tentou contato com a Aena, concessionária responsável pela gestão de Congonhas, e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação.

* Com informações da Anac



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