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BTG Pactual retoma Pix após ataque hacker que desviou R$ 100 milhões

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O banco BTG Pactual informou nesta segunda-feira (23) que iniciou o restabelecimento das operações via Pix, após suspender o serviço preventivamente devido a um ataque hacker que desviou cerca de R$ 100 milhões no domingo (22).

Oficialmente, o banco não informa a parcela dos recursos recuperada. Apenas ressalta que está trabalhando para reaver o valor desviado.

A interrupção ocorreu após a identificação de atividades consideradas atípicas, que acionaram os sistemas de segurança da instituição. A decisão de suspender o Pix foi tomada como medida preventiva.

De acordo com o banco, a falha foi localizada internamente e não afetou a estrutura geral do sistema de pagamentos.

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Sistema preservado

O Banco Central (BC) identificou a irregularidade, mas informou que não houve ataque aos sistemas do Pix nem à infraestrutura da autoridade monetária. A ocorrência foi classificada como um problema restrito à instituição financeira.

Em nota, o BTG afirmou que não houve acesso às contas de clientes nem exposição de dados pessoais durante o ataque. A instituição destacou que a segurança das informações segue como prioridade e que permanece disponível para esclarecimentos por meio de seus canais de atendimento.

Investigação e recuperação

O banco continua trabalhando para recuperar o restante dos valores desviados e apurar as circunstâncias do ataque.

As operações via Pix estão sendo normalizadas gradualmente ao longo desta segunda-feira.



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Anac estabelece regras mais restritivas para aviação em Congonhas (SP)

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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estabeleceu regras mais restritivas para alocação de horários de pousos e decolagens (slots) no Aeroporto de Congonhas (SP).

Pelas novas regras, os operadores de aviação geral – como serviço de taxi-aéreo e jatos executivos – terão de contratar um provedor de serviços de base fixa (FBO, na sigla em inglês) antes de solicitar os horários de operação, o que significa a contratação antecipada de serviços de apoio em solo.

A medida, segundo a Anac, “busca combater o mercado paralelo de slots no aeroporto, estabelecendo regras mais rigorosas para a atuação de operadores de táxi-aéreo e de aeronaves privadas”.

“Isso busca assegurar que as operações tenham estrutura de atendimento em solo previamente contratada, reduzindo o risco de impactos na movimentação aeroportuária decorrentes da indisponibilidade de serviços ou da falta de suporte operacional adequado”, diz a agência.

O diretor-presidente da Anac, Tiago Faierstein, informou que a agência vai acompanhar e fiscalizar a medida para combater o comércio paralelo de slots.   

“Na prática, as novas regras também restringem as condições de utilização de Congonhas pela aviação geral, ao exigir maior planejamento e comprovação prévia da estrutura necessária para cada operação”, explica Faierstein.

A Agência Brasil tentou contato com a Aena, concessionária responsável pela gestão de Congonhas, e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação.

* Com informações da Anac



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