DIA DOS NAMORADOS

Aplicativo Nota MT ajuda consumidor encontrar menor preço para compra dos presentes

A ferramenta Menor Preço conta com mais de 50 milhões de descrições de produtos para o consumidor comparar preços

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Economia

DIVULGAÇAO: SEFAZ-MT

O Dia dos Namorados, celebrado na próxima segunda-feira (12.06), é uma das datas mais aguardadas pelo comércio varejista, por conta do número de vendas. Para ajudar a procurar o presente da pessoa amada e ainda fazer economia, o programa Nota MT disponibiliza a ferramenta Menor Preço, que conta com mais de 50 milhões de descrições de produtos.

Nela é possível fazer a busca por item desejado e também por proximidade de localização. O resultado encontrado são os preços de um mesmo produto dentro do raio de busca. Se a pessoa estiver em um shopping center, por exemplo, ela pode pesquisar pelo produto desejado e que seja vendido nas lojas localizadas no complexo e, assim, fazer a compra mais assertiva, garantindo o melhor preço praticado no local.

De acordo com pesquisa publicada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL), 95,6% da população cuiabana pretende comprar presente para os namorados e namoradas. Dos 250 entrevistados no final de maio, 34,6% diz que pretende comprar o presente em shopping center, local ideal para utilizar a ferramenta Menor Preço.

Com o Nota MT, além de fazer a pesquisa de preços, o usuário concorre aos prêmios mensais de até R$ 100 mil. As compras realizadas neste mês de junho participam do sorteio que será realizado em julho, desde que o CPF do consumidor seja informado no documento fiscal.

“É uma função que ajuda muito o consumidor, que pode economizar na compra, ganhar tempo em deslocamento e escolher os melhores produtos. Também, é uma fonte de divulgação e favorece as empresas que possuem os melhores preços e que emitem seus documentos regularmente, já que a base é alimentada pelas próprias empresas”, explica o secretário Adjunto de Projetos Estratégicos, Vinícius Simioni,

Como funciona     

O sistema de pesquisa do Menor Preço funciona baseado no valor registrado nas notas fiscais (NF-e e NFC-e) emitidas pelo comércio e fica dentro do aplicativo e site do Nota MT. Ele se utiliza de alguns parâmetros, como período de tempo e localização, que podem ser alterados conforme a necessidade da pesquisa.

Como resultado, são informados os preços praticados nos estabelecimentos comerciais de Mato Grosso e o consumidor pode então comparar os preços, garantindo o presente da pessoa amada com efetiva economia.

Para usar o recurso, o consumidor deve ter cadastro no Nota MT. Após fazer o login no site ou aplicativo do Nota MT, é só clicar na opção “Menor Preço” e inserir o nome do produto ou realizar a leitura do código de barras do item que deseja pesquisar.

Um fato importante é que a ferramenta realiza a busca em estabelecimentos que emitem nota fiscal, o que traz segurança e garantia ao consumidor em relação a procedência da mercadoria.

SECOM/MT

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Economia

Durigan: dívida do Brasil é menor do que a de grandes economias

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (27) que a dívida pública brasileira continua elevada, mas está sob controle e em patamar inferior ao de diversas economias desenvolvidas.

Em entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, o ministro argumentou que não existe uma regra internacional que estabeleça um limite único para o endividamento dos países e defendeu que a situação fiscal deve ser analisada de acordo com as características de cada economia.

“Não existe uma regra ou um limite colocado nos manuais internacionais, seja do FMI, seja de outra organização internacional, que diga qual é o limite do endividamento de um país. São tamanhos e países diferentes”, afirmou o ministro.

Durigan ressaltou que a comparação favorável ao Brasil, em termos proporcionais na relação entre dívida e Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), não significa que a situação do país esteja confortável.

“Não estou comparando para dizer que o nosso está bom, porque o nosso não está bom”, disse ao lembrar que a dívida bruta do Brasil está entre 80% e 81% do PIB, enquanto alguns países alcançam níveis que chegam a 200%.

“Quando você olha para os Estados Unidos, para os países da Europa, para a China, para o Japão, o endividamento é muito maior que o nosso”, afirmou. “Temos um endividamento alto [no Brasil] , mas ele está sob controle.”

O ministro explicou que mesmo as projeções “muito conservadoras” do Tesouro Nacional apontam que a dívida brasileira continuará crescendo até 2030, mas que a partir daí ela começará a reduzir em termos proporcionais ao PIB.

Juros altos

Para Durigan, o principal desafio é impedir que a dívida continue crescendo. Ele argumentou que, atualmente, o principal fator de pressão sobre o endividamento brasileiro são os juros pagos pelo governo para financiar a própria dívida – e pela população, que também acaba tendo de pagar taxas mais altas.

“O grande desafio é mostrar que, já que a gente não tem déficit primário. O que explica hoje o endividamento são os juros no país. A quantidade que pagamos de juros para rolar a dívida do país faz com que a gente aumente a nossa dívida pública”, afirmou.

O ministro defendeu que a redução desse custo depende da construção de confiança na condução da economia. Segundo ele, investidores precisam enxergar que o país tem condições de manter uma trajetória sustentável para as contas públicas ao longo do tempo.

“Mostrar que eu tenho uma trajetória sustentável no tempo dá tranquilidade para o investidor”, disse. “Dá tranquilidade para investidores e para os atores da economia do Brasil e do mundo, para que a gente diminua esse endividamento com o tempo.”

Incertezas no mundo

Durigan acrescentou que a credibilidade fiscal se torna ainda mais importante em um contexto internacional marcado por guerras, tensões geopolíticas e incertezas econômicas.

“É uma incerteza brutal saber se essa guerra [entre EUA e Irã] vai acabar, se não vai acabar. Nós temos que proteger o nosso povo com medidas racionais, que não prejudiquem as contas públicas”, afirmou.

Segundo o ministro, preparar o país para um cenário global mais instável exige consolidação fiscal e capacidade de investimento em áreas estratégicas. “Preparar o país para o mundo de incerteza, para o mundo de conflito, é o que é mais importante. E essa preparação envolve consolidação fiscal”, disse.

Na avaliação de Durigan, o equilíbrio das contas públicas não deve ser visto apenas como resposta às expectativas do mercado financeiro, mas como instrumento para garantir crescimento sustentável, ampliar investimentos e melhorar as condições de vida da população.

Segundo ele, o objetivo é fazer com que o Brasil funcione como “um porto seguro para o mundo” em um ambiente internacional cada vez mais incerto.



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