SEPLAG
3ª edição do Café no Escritório será realizada nesta terça-feira (27)
Evento reunirá representantes de escritórios de processos da gestão pública de todo o Brasil
Economia
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Secretaria Adjunta de Planejamento e Gestão de Políticas Públicas, realizará a 3ª edição do Café no Escritório nesta terça-feira (27). O evento reunirá representantes de escritórios de processos da gestão pública de todo o Brasil e será transmitido ao vivo pelo canal da Seplag-MT no YouTube, a partir das 13h30.
O objetivo da realização é promover a cultura da gestão por processos, o fortalecimento e a integração dos escritórios de processos, bem como o intercâmbio de experiências sobre as melhores práticas na área.
Para essa edição do evento, organizada pelo Escritório de Gerenciamento de Processos (EGProcess), já estão confirmadas as palestras de profissionais de renome no gerenciamento de processos de negócios, como a de Fabio Hideki, idealizador e curador de algumas das maiores iniciativas colaborativas na área de gerenciamento no País; e Emerson Dantas, gestor da Associação de Profissionais de Gestão de Processos de Negócios (ABPMP Brasil), regional Rio de Janeiro, e do canal Nerds de Processos.
Na ocasião também serão apresentados estudos de casos referentes a experiências na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), no Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) e no Mato Grosso Previdência (MTPrev).
Confira aqui a programação completa para a 3ª edição do Café no Escritório. Outras informações pelo telefone (65) 3613-3783.
Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
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