Cidades
Moretti estima que laudo sobre incêndio na Educação pode demorar até 60 dias
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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que o resultado das perícias sobre o incêndio que destruiu o depósito da Secretaria Municipal de Educação pode levar até 60 dias para ser concluído. A expectativa, segundo ela, é baseada em experiências anteriores vividas durante sua atuação como advogada.
O incêndio ocorreu na última quarta-feira (17) e atingiu o Anexo I e o Almoxarifado Central da pasta, provocando a perda de equipamentos novos, alimentos destinados à merenda escolar e veículos. Em razão dos danos, a Prefeitura decretou estado de calamidade administrativa por 180 dias.
Durante coletiva de imprensa realizada no sábado (20), Moretti explicou que ainda não recebeu nenhuma informação preliminar da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e destacou que o prazo para emissão dos laudos pode variar conforme a complexidade do caso.
“Eu não tenho nenhuma posição da Politec. Pela experiência como advogada, já tive outros clientes que tiveram imóveis queimados, a gente ficou aguardando, geralmente em torno de 20 a 25, até 30, 60 dias, dependendo do incêndio. Então, pela experiência própria como advogada, não como prefeita, o laudo da Politec e do Corpo de Bombeiros em conjunto, eles saem nesse prazo aí entre 25 a 30 dias, no mínimo”, declarou.
A prefeita ressaltou que a administração municipal aguarda o resultado técnico para definir se houve ação criminosa ou se o incêndio foi provocado por uma fatalidade, como um possível curto-circuito.
“Eu só quero que solucione, que se apure. Se tem um culpado, eu quero ir atrás do culpado, seja ele quem for. Se não tem culpado, se foi uma fatalidade, um curto, alguma coisa, tudo bem, vamos tocar a vida”, pontuou.
Paralelamente às investigações, a Secretaria Municipal de Educação trabalha na elaboração de um inventário detalhado dos prejuízos. O levantamento será levado a Brasília pela secretária Maria Fernanda Figueiredo, que buscará apoio e recursos federais para auxiliar na recuperação da estrutura atingida.
“Eu até pedi para ela [secretária de educação] descansar e durante a semana levantar esse prejuízo, porque ela vai até para Brasília, se eu não me engano na quarta-feira, por conta do decreto de calamidade da educação. Para ir para Brasília ela precisa já ter levantado isso”, concluiu Moretti.
Enquanto os laudos não são finalizados, a Prefeitura autorizou medidas emergenciais para assegurar a continuidade das aulas e do fornecimento de merenda escolar na rede municipal.
Cidades
Ponte do Boa Esperança é reaberta ao trânsito após obras da Prefeitura de Cuiabá
A ponte do Boa Esperança, sobre o Córrego Fundo, foi reaberta ao trânsito na tarde de sexta-feira (16), restabelecendo a ligação do bairro com a Estrada do Moinho, na região do Coxipó, em Cuiabá. A liberação ocorreu antes da conclusão da obra, diante da necessidade de restabelecer o acesso e da importância da via para os deslocamentos da região. Com o aterro e a base dos acessos concluídos, a travessia está aberta para veículos leves e pesados, incluindo caminhões e carretas.
A conclusão dos serviços depende de um período sem chuvas. A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras (SMINFRA) aguarda condições de tempo seco para executar a imprimação, etapa de preparação da base para receber o asfalto, e aplicar a capa asfáltica. Também estão previstas a instalação dos guarda-corpos e a execução de meio-fios, sarjetas e calçadas.
Mesmo com a passagem liberada, os motoristas devem observar a sinalização e os cones instalados no local. Os serviços nas laterais da ponte serão realizados fora da pista, com sinalização para delimitar as áreas de trabalho e proteger as equipes durante os acabamentos.
“A ponte já está funcionando desde sexta-feira à tarde”, afirmou o engenheiro fiscal Marcos Farias, da SMINFRA, ao atualizar a situação da obra nesta segunda-feira (19).
A reconstrução começou após parte da ponte ceder. Segundo a avaliação técnica apresentada pelo engenheiro, a fundação anterior era superficial e foi comprometida pela ação contínua da água, que escavou o terreno sob a estrutura. A parte não atingida foi mantida, enquanto o trecho danificado precisou ser removido e reconstruído.
Na parte reconstruída, foram cravadas estacas metálicas a 12 metros de profundidade, interligadas por uma base de concreto que sustenta os elementos de apoio das vigas e da laje. A solução substituiu a fundação superficial do trecho comprometido e foi adotada para reduzir o risco de novos problemas semelhantes.
A previsão inicial era concluir a obra até o fim de outubro, mas o prazo depende das condições do tempo para a execução das etapas restantes. Enquanto isso, a reabertura permite o uso da ligação direta entre o Boa Esperança e a Estrada do Moinho.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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