Mato Grosso
Polícia Civil prende suspeitos que ofereciam serviços publicitários para aplicar golpes em empresários de Confresa
Mato Grosso
A Polícia Civil através da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) de Confresa (1;160 uiabá)km a nordeste de , na manhã desta quinta-feira (25/03), prendeu dois homens suspeitos de aplicar golpes fraudulentos em empresários e comerciantes da cidade,
Conforme informações, os conduzidos se apresentavam como jornalistas de uma empresa sediada na Capital Cuiabá, e ofereciam às vítimas trabalhos de mídia e propaganda aos comerciantes e empresários.
Para convencer as vítimas e receber os valores, os suspeitos apresentavam revistas de renome e produção de vídeos e após isso, não cumpriam com o ajuste, deixando os “clientes” no prejuízo;
Estima-se que os suspeitos obtiveram valores expressivos de vítimas em Confresa, em cidades vizinhas, uma vez que aplicaram golpes em diversos comerciantes da região.
Os suspeitos foram presos em flagrante pelos Investigadores da Derf quando acabavam de tentar aplicar o golpe em mais um empresário da cidade.
De acordo com o Delegado de Polícia titular da DERF Confresa, Bruno Gomes, os investigados foram autuados em flagrante pelo crime de associação criminosa e estelionato, uma vez que não é a primeira vez que não é a primeira vez que eles atuam com esse tipo de golpe.
“Além das vítimas que sofreram prejuízos nos últimos dias, os suspeitos também agiram do mesmo modo com diversas outras pessoas aqui na cidade desde o ano de 2020, as quais foram ouvidas na Delegacia”, disse.
Com a prisão em flagrante por associação criminosa e estelionato, os suspeitos serão encaminhados à Unidade Prisional de Porto Alegre do Norte, onde ficarão à disposição do Poder Judiciário.
As investigações continuarão no Inquérito Policial para angariar maiores informações em torno dos fatos e elucidar todo o prejuízo eventualmente causado pelos suspeitos.
Assessoria de Comunicação Social
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asscom@pjc.mt.gov.br
(65) 3613-5673
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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