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Prefeitura substituí ponte que dava acesso ao Coxipó do Ouro por travessia de concreto

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Da Redação

A Prefeitura de Cuiabá concretizou  a substituição da ponte de madeira que dava acesso ao Distrito do Coxipó do Ouro, na zona rural da Capital Cuiabana, por uma travessia de concreto. A troca da estrutura feita pela Secretaria Municipal de Obras Públicas vai beneficiar mais de 1,5 mil pessoas que trafegam pela região diariamente.

A medida segue o planejamento implantado pelo prefeito Emanuel Pinheiro para atuar de forma constante na melhoria da mobilidade urbana também no perímetro rural. Com a instalação do bueiro celular, moradores de comunidades como Pirapora, São Jerônimo e Coelho passam a usufruir da travessia.

“Além da instalação das aduelas de concreto, o trabalho também foi acompanhado do aterramento e compactação do solo, reforçando a cabeceira da estrutura. Em 2020, ultrapassamos em 260% a meta do Plano de Desenvolvimento Estratégico para construção de travessias”, comenta o vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa.      

Pré-moldadas em concreto armado, os tubos celulares são considerados extremamente apropriados para a demanda do fluxo de água, principalmente durante a temporada de chuvas. Além disso, a fabricação dos pré-moldados segue as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o que dá maior garantia ao serviço executado. 

“A região possui um tráfego considerável de veículos e isso resultou no desgaste da estrutura anterior que era feita de madeira. Paliativamente, construímos um desvio na lateral para que os moradores não ficassem ilhados. Agora, com o bueiro celular, o fluxo foi restabelecido e com qualidade”, pontua Stopa

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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