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Prefeitura amplia serviços no setor de mobilidade urbana

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Mato Grosso

Da Redação.

Melhorar a mobilidade urbana, manter as vias devidamente sinalizadas e garantir uma maior fluidez no trânsito, além de proporcionar mais segurança aos motoristas e pedestres são fatores que levaram a Prefeitura Municipal de Várzea Grande a ampliar o trabalho de revitalização de faixas de pedestres em diversas regiões da cidade.

A nova pintura faz parte do planejamento estratégico de ações e serviços definidos pela equipe técnica da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana pare serem executados no decorrer deste ano.

Como explica o titular da pasta, Breno Gomes, neste primeiro momento a Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana está priorizando vias em frente às unidades de saúde, igrejas e templos, cruzamentos perigosos, avenidas onde se concentram grande fluxo de veículos e locais com altos índices de acidentes.

“Nestes dois meses já realizamos a revitalização de 10 faixas de pedestres em diversas regiões da cidade, e instalamos três novas faixas, sendo uma na Alzira Santana e duas faixas elevadas na extensão da Avenida principal do bairro Santa Isabel”, informou.

O secretário lembra que uma boa sinalização é fundamental para garantir um trânsito mais seguro para todos além de proporcionar maior visibilidade, aumentando ainda mais a atenção dos motoristas que são obrigados a diminuírem a velocidade ao passar por estas faixas, facilitando a travessia de pedestres. “Vale ressaltar que o trabalho de pinturas das faixas é executado à noite, justamente para não comprometer a segurança do trânsito”, acrescenta.

De acordo com Breno Gomes, no ano passado, o município de Várzea Grande investiu cerca de R$ 1 milhão em valores arrecadados através do pagamento de multas de infrações de trânsito, o que possibilitou novas sinalizações verticais e horizontais nas principais ruas e avenidas.

O secretário também elenca que de 2015 a 2020 foram implantadas mais de 2 mil placas de sinalização, 85 novas faixas de pedestres, implantados semáforos inteligentes em toda a cidade, além da manutenção da sinalização viária de todo o município, totalizando 20 km entre a área central e regiões. “Esse trabalho nada mais é do que a aplicação correta dos recursos públicos que voltam para a população em ações e serviços”.

FAIXA TERMOPLÁSTICA: Também conhecida por ‘pintura quente’, a faixa termoplástica se destaca tanto no quesito visual como também na questão do efeito sonoro de alerta aos motoristas. O material possui resina de alta qualidade e aderência, é indicado para vias que recebem trânsitos pesados e com alto fluxo de veículos, o que acaba comprometendo a durabilidade e o desgaste da faixa. Essa tecnologia já foi usada em faixas existentes na região central, bem como em toda a extensão da Avenida Couto Magalhães.

REDUTORES DE VELOCIDADE: A secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana têm investido também nos redutores de velocidade. De acordo com o Coordenador de Mobilidade Urbana, Cidomar de Arruda, de janeiro até o momento foram implantados 18 redutores de velocidade (semáforos), em 13 pontos da cidade, dentre eles o Mapim, Residencial José Carlos Guimarães, Residencial Jacarandá, Ikaray, Distrito de Bonsucesso, bairro da Manga, Flor do Ipê e Cristo Rei.

Outras melhorias no setor de mobilidade urbana são a instalação de 132 placas de sinalização, o que vem proporcionando mais segurança à população.

Como explica Cidomar Arruda, essas ações são necessárias, uma vez que essas medidas estão conseguindo reduzir o alto índice de acidentes automobilísticos causados, principalmente, pelo excesso de velocidade.

 

Foto: Secom-VG

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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