Mato Grosso
Homem é assassinado pela companheira enquanto dormia
Mato Grosso
Da Redação
Jefferson foi assassinado na manhã da última segunda-feira (25), na casa onde morava com Clarice e o filho de 1 ano, em São Bernardo do Campo (SP). O crime aconteceu por volta das 7h. Os vizinhos ouviram o barulho. A mãe da vítima morava ao lado e correu até a casa do filho, e o encontrou caído no corredor com diversos golpes de faca. Enquanto a companheira fugiu para a casa da mãe.
Segundo vizinhos, o casal passou a noite se divertindo em uma praça em frente a casa deles. O resultado após a farra, foi a morte de Jefferson, que não teve a chance de ser levado ao hospital. A vítima gritou por socorro enquanto o filho assistia toda a cena paralisado
A mulher foi presa em flagrante após o crime, mas isso não tem confortado o coração da família da vítima
Jefferson e Clarice estavam juntos há 2 anos, e há 2 meses se mudaram com o filho para uma casa nova. Segundo a família da vítima, o relacionamento sempre foi conturbado, o casal brigava com frequência e Jefferson já teria agredido a companheira em 2018
“Isso é porque ela usa droga, quando ela usa droga ela bate no menino, bate porque eu tenho prova. Eu já vi várias vezes”, justificou a mãe de Jefferson, Ana Lucia. O filho do casal está com a avó paterna que diz querer a guarda do bebê
Na delegacia, a assassina diz que foi agredida pelo companheiro, após mais uma briga. Contou que para se defender pegou uma faca na gaveta da cozinha e deu um golpe certeiro no pescoço do companheiro. De acordo com o delegado, a criminosa apresentava ferimentos pelo rosto e confirmou também o boletim de agressão citado pela família da vítima
A mulher por enquanto vai permanecer presa até a audiência de custódia que definirá o futuro da jovem.

Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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