Mato Grosso
Homem cerca veículo e executa namorado da ex a tiros em Confresa
Mato Grosso
Da Redação
Um homem identificado pelas iniciais V. R. C de 31 anos, foi executado a tiros no início da tarde de domingo (24), na MT-413, em Confresa( a 1160 Km da Capital), por um homem identificado pelo apelido de goiano de 44 anos. De acordo com informações, a vitima foi morta em frente ao frigorífico JBS Sadia, onde o atirador, em uma caminhonete S10, cercou o Fiat Uno da vítima e disparou varias vezes.
O homem saiu do veiculo e ferido tentou correr, mas foi perseguido e atingido por outros disparos de arma de fogo, morrendo ali mesmo à beira da estrada.
A Polícia Militar (PM) foi comunicada e no local receberam informações de que Goiano teria foragido a pé. Durante o trajeto, os militares encontraram um motociclista, este relatou que tinha acabado de ser assaltado por um homem com uma arma na cintura que roubou sua moto Honda CG 125, cuja as características descrevem o assassino.
A vítima ainda indicou a direção que Goiano seguiu, sendo pela estrada Petrobon, que dá acesso a várias estradas vicinais na região. Os policiais não conseguiram encontrar o assassino, então comunicaram o fato à Delegacia de Polícia Civil, responsável por investigar o crime e buscar pelo paradeiro do acusado.
De volta ao local, os militares encontram uma mulher em estado de choque, a vítima seria namorada da vitima e ex de Goiano, e possível motivação para o homicídio. Já que o atirador, segundo a imprensa do interior, não aceitava o relacionamento das vítimas.
Os militares encaminharam a mulher para o hospital, onde ficou sob cuidados médicos. A caminhonete do assassino foi apreendida e dentro do veículo foram encontrados vários pertences pessoais tais como roupas, perfumes, sapatos e bolsas, além de seis munições cal.32 e 10 cal.38.
O caso segue em investigação e até a publicação desta reportagem o assassino continuava ‘desaparecido
Mato Grosso
Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.
A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.
“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.
Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.
“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.
O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.
“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.
A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.
Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.
No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.
Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.
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