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Homem invade casa da irmã e é expulso com machadada na cabeça pelo cunhado

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Da Redação

Um homem de 34 anos, de nome não revelado, foi atingido com um golpe de machado na cabeça, cometido pelo próprio cunhado de 48 anos de idade, durante a madrugada desta quinta-feira (21) na Cohab João Baracat, em Várzea Grande, aonde estaria acontecendo uma confusão familiar.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou os atendimentos de primeiros socorros ao homem e, em seguida, encaminhou o paciente para receber cuidados médicos no Pronto-Socorro do município (PSVG), onde segue internado.

De acordo com a ocorrência, o rapaz teria chegado em casa alterado psicologicamente sob efeito de drogas, quando pulou o muro da casa da irmã e começou a jogar pedras na porta e na janela dela.

O cunhado então saiu para ver o que estava acontecendo e flagrou o rapaz com as pedras na mão. Momento em que discutiram e entraram em luta corporal. Momento em que o cunhado se armou com o machado e atingiu o ‘invasor’, segundo ele, para se defender.

A irmã do rapaz interveio na briga, conseguiu colocar ele para fora de casa e acionou a Polícia Militar (PM).

Durante o deslocamento ao endereço, os militares encontraram o homem com um corte na cabeça no meio da rua, bastante alterado e segurando uma pedra grande.

A guarnição foi ao endereço, conversou com todos os envolvidos e após os relatos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para que fossem tomadas as providências cabíveis. 

Em consulta ao banco de dados da Justiça, foi verificado que o rapaz tem sete passagens criminais.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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