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Casal mata pastor a tiros para não pagar dívida de IPTU em MT

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Da Redação

O pastor Amilton Rodrigues da Silva, de 51 anos, foi assassinado a tiros na porta de casa, por um casal, na tarde de domingo (27), no bairro Setor Aeroporto, em Porto Alegre do Norte (1.125 km de Cuiabá). Ele teve um desentendimento com os assassinos por conta do pagamento do IPTU de uma casa.

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima e sua esposa mudaram para cidade há quatro meses e trocaram a casa que tinham em Confresa (1.160 km da Capital), com outro casal por uma casa em Porto Alegre do Norte.

O pastor e sua esposa não foram informados que a residência tinha uma dívida de IPTU, do qual os antigos proprietários, uma mulher de 39 anos e o marido de 66 anos, se recusavam a pagar. Os dois entraram em atrito com o pastor por conta do desacordo comercial.

No domingo, eles foram até a porta da casa da vítima, o chamaram e dispararam vários tiros no homem , a mulher do pastor lavava roupa quando ouviu os tiros, quando chegou à porta de casa, ela encontrou Amilton caído com um ferimento na barriga e muito sangue no chão.

Os assassinos foragiram em um Volkswagen Voyage, no entanto, os policiais militares os encontram em casa, onde foram detidos.

O casal confessou o crime.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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