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Heitor foi encontrado a menos de 2 km de onde desapareceu; bombeiros já tinham vistoriado local

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Da Redação

O aterro sanitário onde o menino Heitor, 2 anos, foi encontrado, fica a cerca de 1.450 metros da chácara de onde desapareceu na última quinta-feira (24), em Lucas do Rio Verde (234 km de Cuiabá).

Apesar de ter realizado várias buscas no local, o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), só encontrou o menino após receber duas ligações, sendo uma ligação anônima e outra de um trabalhador de aterro.

“Nós passamos neste local por várias vezes e ele não estava. Não dá para descartar que ele tenha se perdido ou deixado lá por uma pessoa mal intencionada”, disse um bombeiro que participou da operação.

A equipe de bombeiros achou o menino pelado, sujo e cheio de arranhões. A suspeita é que alguém tenha deixado Heitor, por volta de 15h, no lixão e depois feito a ligação para os bombeiros, conforme informou o CBM.

Ele foi levado para o Hospital São Lucas, onde recebe atendimento médico. A família do menino já chegou ao local, e acompanha os procedimentos.

O caso mobilizou várias pessoas na cidade, assim como as autoridades, que buscavam pela criança. O local onde Heitor foi encontrado já havia sido vasculhado. 

Entenda

Heitor desapareceu na véspera de Natal, numa chácara que fica próxima da MT-449 e da fundação Rio Verde, na saída do Lucas do Rio Verde para Tapurah. 

A criança e a família não são moradores de Lucas e foram à cidade para as festas de fim de ano.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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