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Mulher promete comprar brinquedo e sequestra criança de um ano e nove meses

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Mato Grosso

Da Redação

Uma criança de  apenas um ano e nove meses foi sequestrado na noite de quarta-feira (15), por uma jovem que prometeu comprar brinquedo para ele, no bairro Morada da Serra, em Pontes e Lacerda (a 440 quilômetros de Cuiabá).

O episódio foi registrado por volta das 19h30. A mãe das crianças disse que teria ido em um mercado nas proximidades e deixado os filhos sob cuidados de um tio, quando um deles sumiu.

Segundo a Polícia Militar, duas crianças, sendo uma de seis anos e outra de um ano e nove meses, brincavam em frente de uma residência, quando uma mulher disse que compraria brinquedos para ambos e levou embora o mais novo.

Acionada, a PM fez rondas, mas não conseguiu encontrar o menino. Sendo assim, os militares acionaram a imprensa para que o desaparecimento fosse noticiado.

Tempos depois, surgiu a informação de que a suspeita estaria passeando com a criança em um carrinho na rua Tucano, no bairro Morada da Serra.

A PM esteve no bairro e populares indicaram a casa onde a criança estaria. O menino foi localizado e estava deitado em uma cama. Ao perceber a presença dos militares, a suspeita tentou fugir, mas acabou detida.

Na ocasião, ela passou três nomes diferentes até que a PM chegou à conclusão que se tratava de uma adolescente de 17 anos. Ela foi encaminhada para a Delegacia de Polícia.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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