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Mãe descobre estupro pelo andar da filha e ‘manda’ prender marido em MT

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Da Redação

Um homem de 37 anos foi preso na quarta-feira (09), na cidade de Pedra Preta (238 km de Cuiabá), acusado de estuprar a própria enteada, de 10 anos. A criança contou para a mãe que após o ato sexual, ele lhe dava dinheiro.

De acordo com a Polícia Militar, a mãe da criança contou que percebeu que a filha estava com um comportamento estranho, andando com as pernas abertas, como se estivesse assada.

Ela perguntou para a menina o que estava acontecendo, que respondeu ter se cortado com uma lâmina de barbear. A mãe ficou desconfiada e pediu para ver o ferimento, então ela notou que a parte íntima da filha estava com hematomas e inchaço.

A criança confessou que seu padrasto estava tendo relações com ela há algum tempo e ao final das relações, ele lhe dava dinheiro para ela não contar para a mãe.

A mulher levou a menina até o 1º Pelotão da Polícia Militar e relatou todo o ocorrido. Por se tratar de uma criança, o Conselho Tutelar foi acionado.

O homem foi encontrado em seu trabalho e preso. Na delegacia, ele negou as acusações e disse que nunca teve contato íntimo com a garota. Ele disse ainda que dava dinheiro para ela por agrado após as atividades domésticas.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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