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Criança de 8 anos é estuprada por padrasto e parentes enquanto mãe usa drogas no interior do Estado

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Da Redação

Uma criança de 8 anos revelou à madrasta, em Vila Rica (1.259 km a nordeste de Cuiabá), que era amordaçada e estuprada pelo padrasto, o cunhado e o sogro da irmã dela.

O caso foi denunciado à Polícia Civil que prendeu os três pedófilos. Ainda não há informações sobre prisão da mãe da menina.

A vítima relatou, em depoimento especial, que a mãe e padrasto faziam o uso de bebidas alcoólicas e drogas e dentro da casa, os moradores amordaçavam a menina e cometiam os estupros de forma sequencial.

 Segundo a vítima, ela também foi estuprada por frequentadores da casa da mãe quando elas moravam no Pará.

O caso veio à tona quando a criança foi morar com o pai biológico em Vila Rica e revelou os crimes à madrasta. Antes disso ela estava morando com a mãe, o padrasto, a irmã e o marido da irmã.

Polícia Civil representou pelos pedidos de prisões dos suspeitos, que foram deferidas pelo juiz local. Após expedição dos mandados, os investigadores de Vila Rica efetuaram a prisão de dois dos envolvidos, o cunhado da vítima e o sogro da irmã da vítima, no dia 9 de novembro.

Já o padrasto da criança foi preso pelos policiais civis ao se apresentar na delegacia de Vila Rica, para ser ouvido, na quarta-feira (18). Os três pedófilos vulnerável foram encaminhados para a unidade prisional de Vila Rica, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.

As diligências continuam visando a continuidade da apuração dos fatos e conclusão do inquérito policial instaurado.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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