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Polícia apreende e queima 1 tonelada de carne estragada

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Da Redação

Mais de uma tonelada de carne bovina e suína de um açougue, localizado no bairro CPA III, em Cuiabá, foram destruídas, na manhã de quarta-feira (11).  Os produtos foram destruídos em uma ação conjunta da Polícia Civil, do Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa), do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e da Vigilância Sanitária de Cuiabá.

A batida foi realizada pela Delegacia Especializada do Consumidor (Decon) e equipes dos demais órgãos, após denúncia da venda clandestina de carne pelo açougue.

Conforme apurou o , os produtos estavam armazenados em prateleiras enferrujadas, mal embalados, além de estarem coberto de moscas e sem registro dos órgãos reguladores. 

Durante a vistoria, os agentes constataram, além de problemas sanitários,  a falta de registro para a produção de linguiça, carne seca e carne moída.

A Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá determinou o descarte dos mais de mil quilos de proteína animal, considerada imprópria para o consumo humano. O açougue também foi notificado para corrigir os problemas sanitários no prazo de até cinco dias.

A Decon conduziu o casal de proprietários do açougue para sua unidade, onde eles prestaram esclarecimentos e foram liberados em seguida.

Um inquérito policial será instaurado para investigar o caso e acompanhar a adequação do açougue as normas de higiene sanitária.

Outro Lado
Ao , o proprietário do estabelecimento informou que não foram destruídos mil quilos de carne, e que a informação da assessoria da Polícia Judiciária Civil (PJC), segundo ele, estaria incorreta. Ele afirma que o local é extremamente limpo e que seu açougue segue aberto. 

De acordo como dono, o que foi encontrado sem procedência são linguiças caseiras. Esse material foi recolhido e destruído. Ele ainda explica que foi apenas notificado. 

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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