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Denúncias de coloio e esquemas de corrupção marcam gestão Thelma de Oliveira em Chapada

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Mato Grosso

Da Redação.

Apontada por boa parte da população, como uma das maiores decepções da história política e administrativa, Thelma Pimentel Figueiredo de Oliveira mesmo com várias denúncias sobre a sua gestão, de supostas atividades que caracterizam ato de corrupção, insiste em concorrer às eleições, com objetivo de permanecer comandando a Prefeitura de Chapada dos Guimarães.

Nesses três anos e nove meses, a gestão Thelma de Oliveira é apontada por vários moradores como omissa, negligente, intransigente, incompetente, oportunista e corrupta, uma verdadeira vergonha para quem vive em Chapada dos Guimarães.

Foto: George Gianni

Exercendo a função de fiscalizador das atividades do poder executivo, alguns vereadores de Chapada dos Guimarães protocolaram várias denúncias, envolvendo a gestão Thelma de Oliveira, como:

1 – Atraso no envio do APLIC.

2 – Aquisição de materiais com preço superfaturado.

3 – Atraso no encaminhamento dos Projeto LDO e LOA 2019 para Câmara Municipal.

4 – Aquisição de grama para jardinagem e mudas de árvores.

5 – Concessão de suprimento de fundos.

6 – Não responder requerimentos dos vereadores.

7 – Superfaturamento na aquisição de materiais de consumo e a não entrega.

 8 – Exigência de propina sobre o repasse do recurso da União, R$ 10 milhões para resolver o problema do abastecimento de água em Chapada dos Guimarães.

Com todos esses indícios de irregularidades, provocaram na formação e abertura de duas CPIs, (Comissão Parlamentar de Inquérito), com objetivo dos vereadores investigarem, analisarem, apresentarem dados que resultem em afastamento seguido de cassação do mandato da prefeita Thelma de Oliveira.

Consciência ou não, de acordo com levantamentos realizados pela equipe de reportagem do Grupo O Mato Grosso de Comunicação, a vereadora Michele Fátima da Costa Weber (PP) teve o voto decisivo, nas duas CPIs que poderiam afastar e cassar o mandato da prefeita Thelma.

Na primeira oportunidade, a vereadora Michele teria utilizado do direito da abstenção do voto. Na segunda, Michele usou da prerrogativa da licença. Assim, Thelma continuo permanecendo no cargo.

Para muitas pessoas que consideram apenas coincidência as atitudes da vereadora Michele, em suposta defesa da prefeita Thelma, a nomeação da irmã da vereadora ao cargo de assessora jurídica, pode desvendar o mistério sobre o elo de ligação entre Thelma e Michele.

Outro fato que levantou muitas suspeitas e indagações na cidade, é que Michele Weber é um dos nomes para enfrentar disputa eleitoral, que acontece no próximo mês de novembro.

O grande mistério fica por conta da suposta estratégia desenvolvida pelo grupo político da Thelma de Oliveira, que como está com a máquina (Prefeitura) nas mãos, detém cerca de 30% dos votos, o que seria suficiente para vencer a disputa eleitoral, com a divisão dos votos, lançado vários candidatos.

Foto: Prefeitura de Chapada dos Guimarães.

Se for confirmada como estratégia, seria muito bem sucedida, se o povo de Chapada dos Guimarães não tivessem levantado a suspeita, mostrando inteligência, comentando na cidade e organizando para votar contra o suposto “esquema”.

Os comentários populares mostram que Thelma terá que buscar outros caminhos, porque se consertar a velha estrada, ela não terá como ficar comandando a Prefeitura de Chapada dos Guimarães.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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