Política
Thelma de Oliveira: a gestão da vergonha quer continuar comandando Chapada dos Guimarães
Política
Da Redação.
Com uma gestão pífia, Thelma Pimentel Figueiredo de Oliveira, prefeita de Chapada dos Guimarães, mesmo com tantos escândalos de investigação de corrupção, CPIs que colocaram em risco o seu mandato, obras inacabadas, contratações suspeitas, ainda assim insiste em concorrer à reeleição.
A gestão conturbada de Thelma de Oliveira levantou revolta da população, que durante os últimos quatro anos, se deparou com várias notícias da cidade, nos principais veículos de comunicação do estado, sobre atos suspeitos ou investigados. oriundos da condutas da prefeita.
“Durante o seu primeiro mandato no executivo de Chapada dos Guimarães, Thelma passou por várias vezes, por investigações realizadas pela maioria dos vereadores, que colocaram em risco o seu mandato, pedindo afastamento e até cassação”.
A reforma da tradicional piscina pública, localizada no centro da cidade, sendo por várias vezes apontado como um dos pontos turísticos do município, que teve orçamentos, projetos aprovados, recursos nas contas, mas a conclusão da obra, até o momento, só na promessa do papel.
“Para muitos moradores, a obra da piscina é mais um recurso público jogado fora, ou será gastado em campanha eleitoral, já que até o momento, mesmo com meses de atraso, a obra não foi entregue a população”.
Denúncia:
Duas balsas das localidades do Quilombo e Rio da Casca, que antes juntas tinham o custo de R$ 35 mil, com a renovação do contrato agora, durante a gestão da prefeita Thelma de Oliveira, o valor praticamente triplicou passado para R$ 90 mil.
Esses e outros escândalos marcaram a gestão da prefeita Thelma de Oliveira, que agora está de volta, pedindo voto para população, resta saber quem ou quais o moradores de Chapada dos Guimarães que irão mais uma vez, dar um voto de confiança para Thelma de Oliveira.
Foto: George Gianni.

Política
Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT
O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.
A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.
A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.
Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.
A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.
A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.
O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.
Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.
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