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Após anuncio de apoio a candidato do MDB, incômodo é criado entre vereadores de VG

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Da Redação

Foi oficializado na manhã desta quinta-feira (10.09), o apoio do Democratas à candidatura do ex-vereador Kalil Baracat (MDB) para prefeitura de Várzea Grande. Liderado pelo Senador Jayme Campos, decidiu por não ter uma candidatura própria e lançou José Hazama.

O incomodo foi demostrado pelo presidente da Câmara Municipal Fabio Tradin, que declarou que gostaria de ter o apoio do partido para disputar o cargo para a sucessão da prefeita Lucimar Campos.

“Eu queria estar aqui hoje sendo homologada a minha candidatura. Infelizmente não foi este o entendimento, mas temos que saber o momento de votar e ser votado… Não conseguimos unir o partido para o meu nome e nem pelo nome de outros pré-candidatos que tínhamos. Mas sou partidário e se o partido definiu está definido”, disse o parlamentar, que foi embora após discursar.

O DEM estava avaliando algum nome até o início do mês de setembro, mas concluíram que não tinham nenhum nome de peso para a disputa da prefeitura.

Logo o partido optou a apoiar a candidatura de Kalil, que sempre teve uma ótima relação com a família campos. O mesmo foi secretário de Desenvolvimento Urbano na administração da prefeita Lucimar.  

Questionado sobre a desavença, o senador Jayme Campos disse que o partido está pacificado e que todos, incluindo os vereadores contrários ao apoio a Kalil, vão apoiar a candidatura.

“Isso não incomoda, porque todo mundo concordou, vimos aqui as palavras do possível candidato é que todos entenderam que quem serve para votar, serve para ser votado. O MDB participou conosco da eleição passada como apoiador, então não tem nada mais do que justo. Se é bom para um tem que ser bom para o outro. Então está pacificado, o Hazama aceitou e daqui para frente é trabalhar”, explicou.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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