Economia

Ministro Onyx Lorenzoni fala sobre pagamentos do Auxilio Emergencial

Publicado em

Economia

Da Redação

Na tarde da última quarta-feira, 2 de setembro, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni (Democratas), participou do programa Brasil Urgente, na rede Bandeirantes, e falou sobre os novos pagamentos do Auxílio Emergencial.

 Em entrevista conduzida pelo jornalista José Luiz Datena, o ministro falou sobre operação contra fraudes no auxílio e sobre a possibilidade que todos os fraudadores terão de devolver o dinheiro.

Segundo Lorenzoni, será oferecida por parte do Governo uma oportunidade para todos aqueles que fraudaram ou receberam o benefício indevidamente devolvam estes valores. Desta forma, o cidadão não terá seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) enviado para a Receita Federal e, consequentemente, bloqueado para futuras transações e operações.

Ele também falou sobre os calendários de pagamento do auxílio atuais e sobre os quatro pagamentos de R$300 que serão feitos após o pagamento da quinta parcela de R$600.

Os beneficiários recebem as parcelas de acordo com o mês de nascimento. Em um primeiro momento, o dinheiro fica disponível apenas para pagamentos de contas e compras por meio do cartão virtual. O saque e transferência só serão liberados mais tarde, confira abaixo os calendários. 

Crédito na Poupança Social:

  • 02/09 – Nascidos em Fevereiro vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 04/09 – Nascidos em Março vão receber 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 09/09 – Nascidos em Abril vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 11/09 – Nascidos em Maio vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 16/09 – Nascidos em Junho vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 18/09 – Nascidos em Julho vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 23/09 – Nascidos em Agosto vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 25/09 – Nascidos em Setembro vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 28/09 – Nascidos em Outubro vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 28/09 – Nascidos em Novembro vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 30/09 – Nascidos em Dezembro vão receber a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela.

Confira quem pode sacar:

  • 01/09 – Nascidos em Agosto podem sacar a 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª parcela;
  • 05/09 – Nascidos em Setembro podem sacar a 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª parcela;
  • 12/09 – Nascidos em Outubro podem sacar a 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª parcela;
  • 12/09 – Nascidos em Novembro podem sacar a 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª parcela;
  • 17/09 – Nascidos em Dezembro podem sacar a 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª parcela;
  • 19/09 – Nascidos em Janeiro podem sacar a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 22/09 – Nascidos em Fevereiro podem sacar a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela;
  • 29/09 – Nascidos em Março podem sacar a 2ª, 3ª, 4ª ou 5ª parcela.
COMENTE ABAIXO:
Propaganda
2 Comentários

1 comentário

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Economia

Dólar fecha a R$ 5,44 e registra maior alta semanal desde 2008

Publicados

em


O mercado financeiro brasileiro encerrou outubro sob forte pressão, com disparada do dólar e queda acentuada da bolsa de valores. Nesta sexta-feira (30), a moeda estadunidense avançou cerca de 1% e fechou perto de R$ 5,45, enquanto o Ibovespa recuou 0,75%, aos 167,9 mil pontos.

Na semana, o dólar acumulou valorização superior a 9%, a maior desde a crise financeira de 2008. O principal índice da B3 registrou a pior queda semanal desde março de 2020, no início da pandemia de covid-19.

No plano nacional, o desempenho dos ativos foi marcado pelos ajustes do mercado após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas incertezas sobre a política fiscal brasileira. No cenário internacional, a forte queda de ações de empresas tecnológicas e de inteligência artificial pressionou o dólar e as bolsas de outros países.

Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 5,446 (+1,09%);
  • Máxima do dólar no dia: R$ 5,463, por volta das 16h;
  • Ibovespa: 167.921,80 pontos (-0,75%);
  • Dólar na semana: +9,15%;
  • Ibovespa na semana: -18,12%;
  • Dólar em outubro: +5,27%;
  • Ibovespa em outubro: -9,88%.

Câmbio

O dólar comercial fechou a sexta-feira em alta de 1,09%, cotado a R$ 5,446, no maior valor de fechamento de 2026. Durante a sessão, a moeda chegou a R$ 5,463, antes de reduzir parte dos ganhos.

Na semana posterior ao segundo turno das eleições presidenciais, o dólar acumulou alta de 9,15%, movimento que representa a maior valorização semanal desde outubro de 2008, durante a crise financeira internacional.

Em outubro, a moeda estadunidense avançou 5,27%. Com isso, passou a acumular valorização de 0,81% no ano.

Parte da volatilidade registrada na primeira metade do pregão esteve relacionada à formação da Ptax de fim de mês, taxa calculada pelo Banco Central e utilizada como referência para a liquidação de contratos futuros de câmbio.

A pressão sobre o real também foi influenciada pela reavaliação das posições dos investidores após o resultado eleitoral. A expectativa pela definição da equipe econômica do próximo governo e pela apresentação de medidas relacionadas às contas públicas manteve o mercado atento aos rumos da política fiscal brasileira.

Outro fator foi a procura por proteção cambial antes do fim de semana prolongado pelo feriado de Finados, na segunda-feira (2). No mercado internacional, a moeda estadunidense voltou a subir, perante moedas de países emergentes, num dia marcado por turbulências ligadas a empresas de tecnologia.

Bolsa acumula perdas

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira com queda de 0,75%, aos 167.921,80 pontos. O resultado representou o quinto pregão consecutivo de baixa do principal índice da Bolsa brasileira.

Na semana, o indicador acumulou desvalorização de 18,12%, a maior desde março de 2020, quando havia recuado 18,88% em meio aos impactos iniciais da pandemia de covid-19.

O desempenho mensal também foi negativo. Em outubro, o Ibovespa caiu 9,88%, o pior resultado desde junho de 2022, quando a perda havia sido de 11,5%.

A pressão sobre as ações brasileiras ganhou força após a reeleição de Lula. No primeiro pregão depois do resultado eleitoral, na segunda-feira (26), a queda do índice acionou o circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações diante de perdas expressivas.

Ao longo da semana, a saída de recursos estrangeiros também contribuiu para a pressão sobre os ativos. Dados da B3 apontaram retirada líquida de quase R$ 7,6 bilhões do mercado secundário de ações nos três primeiros pregões da semana.

Cenário externo

Além das incertezas domésticas, o mercado brasileiro acompanhou um ambiente internacional desfavorável, marcado pela cautela dos investidores em relação às empresas de tecnologia dos Estados Unidos e às perspectivas para a inflação e os juros globais.

Em Nova York, o índice S&P 500 encerrou a sessão com queda de 1,82%, refletindo parte das preocupações relacionadas aos resultados de grandes empresas de tecnologia e aos investimentos em inteligência artificial.

No mercado de câmbio, o índice do dólar, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de seis divisas fortes, registrava alta de 0,01%, aos 101,890 pontos, às 17h31.

*Com informações da Reuters




TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA