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Disputa eleitoral fica acirrada com a composição Kalil Baracat e Júlio Pacheco

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Da Redação.

O cenário da política em Várzea Grande começa a ter definições, com tendência para três candidaturas, já que o empresário Flávio Vargas (PSB) tinha sido o primeiro a “Bater o Martelo”, ainda falta a confirmação das cogitações de Wallace Guimarães (PV), e agora com a confirmação da composição de Kalil Baracat (MDB) e Júlio Pacheco (DEM).

Para quem achava que a família Campos não iria ter representação na disputa eleitoral deste ano, se enganou, a notícia da chapa formada por Kalil Baracat na disputa como pré-candidato a prefeito, juntamente com o empresário Júlio Pacheco de pré-candidato a vice, tomou conta da “Cidade Industrial”, na manhã desta quinta-feira.

Desde o princípio das formações de grupos, quando vários nomes estavam sendo cogitados, que o ex-secretário do município Kalil Baracat já vinha sendo apontado, como um dos favoritos para receber o apoio do grupo da famílias Campos, para disputar as eleições rumo a Paço Couto Magalhães.

Kalil Baracat é de família tradicional várzea-grandense, já exerceu o cargo de vereador e secretário no município, é conhecido na cidade, além de que, sabe das necessidades da população, mas segundo informações de bastidores, dados sobre a opção popular, foram decisivos para que o grupo apostasse suas fichas na chapa Kalil Baracat e Júlio Pacheco.

Pelo que tudo indica, a disputa será entre três chapas encabeçadas por:

Flávio Vargas (PSB).

Foto midianews

Wallace Guimarães (PV).

Foto: Thiago Bergamasco/MidiaNews

Kalil Baracat (MDB).

Com a aproximação das eleições municipais e a definição dos nomes que vão enfrentar a disputa, os grupos começam a ganhar “força” com os apoios dos simpatizantes.

Sendo confirmado esses três nomes, Kalil, Wallace e Flavio Vargas, o eleitor terá a opção de escolher entre a tradição e renovação para administrar o município de Várzea Grande, pelos próximos quatro anos.

Kalil foi procurado pela equipe de reportagem para falar sobre o assunto, mas até o fechamento da matéria, não foi localizado.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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