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Top Five teve empate, com Charles e Jânio apontados pela população como os piores vereadores de Jaciara

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Mato Grosso

Da Redação.

Após cinco edições do quadro de maior sucesso dos meios de comunicação de Mato Grosso, o Top Five apresentou uma particularidade, pela primeira vez, houve um empate na opinião popular, quando apontaram dois nomes como os piores vereadores de Jaciara.

Charles Fernando de Souza e Jânio Atanásio de Souza, foram apontados pelos participantes, como os piores vereadores de Jaciara.

De acordo com informações de bastidores, Charles que foi eleito para defender o interesse do povo, para exercendo as atividades de vereador, teria esquecido do mandato, para se dedicar ao imaginário cargo de primeiro ministro, com ações que buscam ter mais autoridade que o próprio prefeito.

Já no caso do vereador Jânio Atanásio de Souza, segundo informações de popular, a sua atuação como secretário de obras de Jaciara, teria o colocado na ponta, como pior vereador do município, para muitas pessoas, Jânio foi também o pior secretário de obras que Jaciara já teve.

Top Five em Jaciara ficou na seguinte forma:

1ª Lugar – Charles Fernando de Souza e Jânio Atanásio de Souza.

2ª Lugar – Adnan Alli Ahmad.

3ª Lugar –  Rodrigo Francisco (o Tunicão).

4ª Lugar – Edilaine Martins (a Tuca).

O quadro Top Five foi criado devido o apelo popular, para proporcionar aos ouvintes e internautas o direito de opinar sobre os piores e melhores vereadores de cada município, o sucesso de primeira edição, mostrou aos participantes o impacto imediato das suas opiniões.

O Top Five já mostrou cinco piores vereadores, de Várzea Grande, Cuiabá, Acorizal, Jangada, Rosário Oeste, Nossa Senhora de Livramento e Jangada. Até o momento nenhum dos vereadores apontados como pior foi encontrado, estimasse que é apenas uma coincidência dos parlamentares, por não possuir uma vida cotidiana nos municípios.

“O troféu abacaxi é destinado para os piores vereadores de cada cidade”.

O jornalista e apresentador Laerte Lannes disse que o quadro é realizado através da democracia, atendendo os anseios da população e aquele que não concordar com a opinião popular, terá a oportunidade de falar para a população, através do Programa Hora da Gente, que vai ao ar na Rádio Estação VG, 105.9, como também é transmitido pela página do programa, pelo Facebook.

“Trabalhamos pautados na verdade e de forma democrática, o povo falou, nos transmitimos e se você não gostou, venha participar com a gente, e mostre o seu trabalho prestado para sociedade”, explicou Laerte Lannes.

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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