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Top Five: população aponta “BH-Noilton” como pior vereador de Jangada

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Da Redação.

Jangada que já foi destaque nacional devido o Festival do Pastel, nos últimos dias virou manchete nos principais veículos de comunicação do país, como também do estado, pela apreensão de integrantes de uma das maiores quadrilhas de roubos de gado do Brasil.

“Nesta semana Top Five divulgou o pior vereador de Jangada”.

Durante esta semana, a equipe de reportagem do Programa Hora da Gente, comandada pelo jornalista e apresentador Laerte Lannes realizou o quadro Top Five Jangada, quando a população apontou o parlamentar Noilton Augusto da Silva, o popular BH, como o pior vereador de Jangada.

Foto: Câmara Jangada

O quadro Top Five surgiu devido os pedidos dos participantes, que sugeriram para a equipe de reportagem, proporcionar ao povo, vez e voz, para apontar os piores e melhores vereadores do município.

Devido ao grande sucesso da primeira edição, que foi realizada na cidade de Várzea Grande, quando o povo apontou o parlamentar, Rogerinho Dakar como o pior vereador da “Cidade Industrial”, o Top Five está sendo realizado em outras regiões, de acordo com os pedidos dos participantes.

Assim, pedidos de realização do quadro Top Five, surgiram de vários municípios, durante o Programa Hora da Gente, via Live pelo Facebook, como também, pelo Whatsapp.

“Top Five de pior e melhor vereador já foi realizado em Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Acorizal e Rosário Oeste”.

Em Jangada, após os últimos acontecimentos que movimentaram a cidade, deve ter modificado a opinião pública, nesta semana, os participantes apontaram o BH – Noilton Augusto, como pior vereador da cidade.

Mas, o que mais chamou atenção, foi o nome do vereador Rogerinho Meira, que antes era apontado por muitos, como um dos melhores vereadores da cidade, tendo até seu nome cogitado para uma pré-candidatura a prefeito de Jangada, com apoio popular, como também de políticos, como deputados estadual e federal.

Foto: facebook

Pelo tudo indica, a operação da Polícia Civil que prendeu o pai, tio e irmão do vereador Rogerinho Meira, que até então seria pré-candidato a prefeito de Jangada, mudou totalmente a opinião popular, que depois de todo esses fatos, apontou o nome de Rogerinho Meira, como o segundo pior vereador da cidade.

“Revelação das atividades da família, faz vereador despencar de um dos melhores para um dos piores, inviabilizando a sua pré-candidatura a prefeito de Jangada, já que o povo não deverá escolher alguém para Prefeitura, com tantos integrantes da família, presos ou investigado por diversas modalidades de roubos”.

Assim, como aconteceu com o demais vereadores que foram apontados como o pior, a equipe de reportagem do Grupo O Mato Grosso, composta por Eder Pereira, Neide Santos e Joliny Ribeiro foi na missão de entregar o troféu abacaxi de pior vereador, para BH, em Jangada.

O jornalista e apresentador Laerte Lannes disse que o quadro Top Five é realizado de forma democrática, disponibilizando o espaço no Programa Hora da Gente, que vai ao ar pela Rádio Estação VG, 105.9, de segunda a sexta-feira, das 9:00 ás 10:00.

“Trabalhamos com a imparcialidade, pautados pelos fatos, atendendo os pedidos da nossa gente, aqueles que considerarem pertinente prestar satisfação para sociedade, estaremos a disposições através dos veículos de comunicação, que compõe o Grupo O Mato Grosso”, explicou Laerte Lannes.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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