Mato Grosso

Cuiabá registra dia mais frio do ano

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

Na manhã desta sexta-feira (21), Cuiabá registrou seu dia mais frio do ano de 2020, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A temperatura chegou próximo aos 11,6°C, batendo a marca anterior, alcançada em maio. A expectativa é que no próximo sábado (22) um recorde seja batido na capital mato-grossense, com a mínima podendo chegar a 10°C. Em chapada, espera-se 2°C.

Conforme os meteorologistas, na capital, a temperatura máxima para esta sexta-feira deve ser de 21°C. Para sábado (22), a previsão máxima é de 27°C. No domingo a temperatura deve subir um pouco mais, sendo que a máxima está prevista para 35°C, enquanto a mínima pode ficar na faixa de 21°C.

O sábado deve ser o dia mais frio para quem estiver em Chapada dos Guimarães. Segundo os meteorologistas, a mínima para o dia é de 2ºC e a máxima não deve passar de 27ºC. Assim como em Cuiabá, no domingo a cidade volta a ver os termômetros marcarem mais de 30ºC, mas a mínima se mantém abaixo da média, estimada em 7ºC.

Foto: Cptec/INPE

Foto: Cptec/INPE

Em Sinop no norte do estado, a previsão também é de muito frio nesta sexta-feira. A temperatura mínima prevista para a cidade é de 4ºC e a máxima é de 30ºC. Já no fim de semana as temperaturas variam entre 10ºC e 37ºC. Sábado ainda deve ser um dia nublado na cidade, segundo a previsão do tempo, mas, no domingo, o sol já volta a brilhar intensamente.

De acordo com o Cptec, há dois alertas emitidos para o estado de Mato Grosso. Um é em relação à friagem, provocada pela passagem da frente fria. Outro é pelo declínio de temperatura de forma brusca. Não há alerta para vendavais.

Foto: Cptec/INPE

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

Publicados

em


Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA