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Setasc atende comunidades carentes de Cuiabá com entrega de 5 mil cobertores

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Da Redação

Cerca de 5 mil cobertores do programa Aconchego foram entregues para famílias carentes de Cuiabá e Várzea Grande. Dentre os lugares e instituições atendidas estão os bairros Terra Prometida, Silvanópolis e Altos do Parque II, em Cuiabá.

– Foto por: Josi Pettengill/Setasc-MT

A iniciativa, que visa amenizar o frio intenso que chegou repentinamente em Mato Grosso, é realizada pela Secretaria do Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e liderada voluntariamente pela primeira-dama, Virginia Mendes. A ação social também contemplou haitianos atendidos pela Associação de Defesa dos Haitianos Imigrantes e Migrantes de Mato Grosso (ADHIMI-MT).

– Foto por: Josi Pettengill/Setasc-MT

“Quando recebemos uma doação no momento oportuno o sentimento é de gratidão”, conta Silvana Maria, de 51 anos, que atualmente está desempregada. Outra beneficiada, Lenice Araújo, de 43 anos, também passa por dificuldades e luta, diariamente, para dar comida e conforto para seus quatro filhos. “O frio esperado para os próximos dias assusta. Quem tem filho pequeno sabe o quanto é sofrido. Receber esses cobertores é uma benção”, disse.

– Foto por: Josi Pettengill/Setasc-MT

O presidente do bairro Terra Prometida, Antônio Lenes, pontuou que a maioria das famílias da região passa pelas mesmas dificuldades. “Muitos estão desempregados, devido a pandemia. Qualquer ajuda recebida é sempre muito bem-vinda. O Governo do Estado tem mostrado que está ao nosso lado sempre. Somos agradecidos por isso”.

– Foto por: Josi Pettengill/Setasc-MT

Antônia Xavier, que realiza um trabalho social e voluntário no bairro Silvanópolis, conta que as ajudas do Estado vêm sempre em uma boa hora. “Estamos passando por um momento difícil. Agradeço a primeira-dama Virginia Mendes e a secretária Rosamaria Carvalho por lembrar de nós”, disse.

– Foto por: Josi Pettengill/Setasc-MT

No bairro Altos do Parque, Beatriz Brito, também beneficiada com as cobertas, relata que a falta de renda tem atingido muitas famílias. “O bairro é carente e precisamos de muitas coisas. Por isso agradecemos as doações recebidas”.

Os cobertores também foram entregues para a comunidade haitiana atendida pela Associação de Defesa dos Haitianos Imigrantes e Migrantes de Mato Grosso. O presidente da entidade Clercius Monestine, ressalta a preocupação do Estado para com os haitianos. “O Governo está sempre do nosso lado. Não temos palavras para agradecer a essa ajuda humanitária. Estamos muito alegres”.

– Foto por: Josi Pettengill/Setasc-MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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