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Limpurb cria mutirão semanal e amplia atendimento das demandas de iluminação pública

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Da Redação

Dando continuidade ao processo de melhoria aos serviços prestados à população, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) colocará em prática uma nova atividade. A partir de agora, todas as sextas-feiras será realizado o Mutirão da Iluminação Pública. A primeira ação acontece já neste dia 14 de agosto, das 18h às 2h, com equipes distribuídas em diversos pontos da cidade. 

Para esta primeira edição, os trabalhos estarão concentrados na região Sul da Capital. Com quatro equipes disponíveis, o atendimento será feito nos bairros Itapajé, Getúlio Vargas, Residencial Coxipó e Residencial Santa Terezinha. Além disso, a operação alcançará ainda em toda extensão da Avenida Carlos Gomes da Costa e também na Avenida D, no trecho situado entre o Residencial Coxipó até a entrada do Itapajé. 

“Nosso planejamento é de todas as sextas-feiras atuar em uma das regiões da cidade. Por exemplo, esta semana vamos entrar na região Sul, na outra na Leste e assim vamos seguindo. Vamos focar nos bairros mais críticos, com um maior número de pedidos de manutenção e, durante a ação, atenderemos ainda as avenidas que dão acesso à essas comunidade”, explica o diretor-presidente da Limpurb, Anderson Matos. 

O diretor de Iluminação Pública, Carlúcio de Freitas, explica que o mutirão foi adotado como complemento ao trabalho que é executado nas vias e outros espaços públicos de Cuiabá. Segundo ele, por dia, são atendidos de 35 a 45 pedidos recebidos por meio dos números (65) 3645-5522/5511 ou pelo WhatsApp (65) 9 9318-8761. As manutenções abrangem desde uma simples troca de lâmpada até a substituição completa do sistema.

“É mais serviço público que está sendo intensificado por determinação do prefeito Emanuel Pinheiro. A iluminação tem um grande pode de contribuição dentro do quesito segurança. Dessa forma, procuramos sempre atender esse tipo de demanda o mais rápido possível. Com o mutirão nossa capacidade de atendimento será melhorada e os resultados colhidos serão totalmente positivos”, pontua o diretor.  

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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