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Construção da rede de drenagem começa a ser executada no Jardim Imperial II e Guaicurus

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Da Redação

Recém incluídos no programa Minha Rua Asfaltada, os bairros Jardim Imperial II e Guaicurus, encontram-se com obras a todo vapor. Se antes, existia apenas o sonho dos moradores de ter a pavimentação executada, agora já é possível visualizar na prática o início de uma grande transformação nas comunidades. Neste momento, maquinários atuam na escavação das vias para construção da rede de drenagem. 

A estrutura de escoamento de águas pluviais, composta por tubulação de concreto, caixas de passagem e bocas de lobo, é a principal responsável por evitar alagamentos e outros problemas gerados pelo acúmulo de água na pista. Uma obra sem a rede de drenagem afeta diretamente no período de vida útil do pavimento e pode significar, em um curto espaço de tempo, prejuízo aos cofres públicos e transtornos aos moradores.

“O sistema de drenagem possui papel fundamental no resultado final de todo o trabalho. No passado, muitas vias de Cuiabá foram pavimentadas sem essa estrutura e, em várias delas conseguimos atuar, para corrigir esse problema. Esse é cuidado que o prefeito Emanuel Pinheiro tem tido. Nenhum bairro pavimentado em nossa gestão fica sem receber a rede de drenagem”, explica o secretário de Obras Públicas, Vanderlúcio Rodrigues. 

No Jardim Imperial II, são 3,55 quilômetros em execução na segunda etapa, já que a primeira foi beneficiada em 2019. Para o local, o Município investe o valor total de R$ R$ 2.822.980,07. Paralelamente, o Guaicurus faz parte de um contrato de R$ 2.714.328,49, que beneficia ainda os vizinhos Sol Nascente e Jardim Eldorado com 3 quilômetros. Também compõem os projetos a instalação de meio-fio e edificação de todo calçamento.

“Em ambos os bairros o prazo de contrato é de 360 dias para conclusão das obras. No entanto, o fator principal é a qualidade com que cada etapa será realizada. Os moradores esperam há anos por esse benefício. Então, nossa missão é garantir que, ao ter esse sonho realizado, eles possam usufruir de uma estrutura que irá por fim aos problemas enfrentados diariamente e não criar novos”, destaca Rodrigues. 

ORIGEM DOS RECURSOS

O início das obras nas duas comunidades foi alcançado por meio da assinatura de contrato com o Banco do Brasil, que resultou no financiamento de R$ 17.823.362,91. Com o valor, o Município também atenderá os bairros Jardim Industriário II, Nova Esperança III e a duplicação da Avenida Dante Martins de Oliveira, conhecida como Avenida dos Trabalhadores. 

A operação de crédito formalizada é fruto de um trabalho intenso feito pelo setor de finanças do Município, liderado pelos secretário de Planejamento, Zito Adrien, e de Fazenda, Antônio Roberto Possas de Carvalho. O financiamento já estava previsto no orçamento municipal de 2020 e possui o prazo de 24 meses de carência e 96 meses para amortização.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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