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Um futuro em comum?

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Da Redação.

Carros importados; Mansões; Viagens internacionais; Resorts luxuosos, Joias caras, Roupas de grifes, Relógios que custam uma fortuna, Lancha, Helicóptero, e Aviões são objetos de luxos que fazem parte da vida de ostentação dos corruptos, algum que os casais Sérgio Cabral – Adriana Ancelmo e Antônio Joaquim e Tânia Izabel Moschini Moraes, tem em comum.

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral teve sua vida íntima exposta após várias investigações da Justiça, que resultou na prisão de várias pessoas, entre elas a do ex-governador Sérgio Cabral, como também de Adriana Ancelmo, esposa de Cabral.

As investigações mostraram que a vida de luxo em que eles viviam e fazia questão de ostentar, era incompatível com as receitas do casal, levantando assim suspeitas de atividades consideradas ilícitas, que foram investigadas e descobertas, levando assim os dois para as prisões.

Em Mato Grosso, temos algo bem parecido e definido, com o casal Antônio Joaquim e Tânia Izabel Moschini Moraes, já que as investigações sobre as atividades caracterizadas ilícitas, supostamente realizadas pelo conselheiro afastado Antônio Joaquim demonstram ser o sustento da vida luxuosa que este casal vive em Mato Grosso.

Foto: Ranchot

A corrupção.

 Segundo Calil Simão, é pressuposto necessário, para instalação da corrupção, a ausência de interesse ou compromisso com o bem comum. “A corrupção social ou estatal é caracterizada pela incapacidade moral dos cidadãos de assumir compromissos voltados ao bem comum. Vale dizer, os cidadãos mostram-se incapazes de fazer coisas que não lhes tragam uma gratificação pessoal”.

 

Os efeitos da corrupção.

Hospitais lotados e sucateados, falta de condições de trabalho e salários defasados.

Pessoas morrendo nos corredores dos hospitais, por falta de atendimento adequado.

Falta de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Escolas com estrutura caindo aos pedaços.

Estudantes sem merenda, as vezes comendo bolacha de merenda no lugar de refeição balanceada.

Professores sem condições de trabalho, com salários defasados e incompatíveis com a atividade.

Policiais com armamento antigo, munição contada, viaturas sucateadas, sem combustíveis para o patrulhamento e baixa remuneração.

Estradas esburacadas, sem manutenção.

Obras superfaturadas e inacabadas.

O Veículo Leve sobre Trilhos VLT, o símbolo da corrupção em MT

Assim como aconteceu no Rio de Janeiro, quando o ex-governador Sérgio Cabral e sua esposa foram presos suspeitos de terem cometidos diversos atos de corrupção causando prejuízos ao erário público que ultrapassam a casa dos R$ 220 milhões.

Foto: Divulgação

“A população do Rio de Janeiro aplaudiu a operação da Polícia Federal que levou o ex-governador Sérgio Cabral para cadeia”.

Foto: Internet

“Será que a esposa do conselheiro afastado, Tânia Izabel Moschini terá condições de comer as quentinhas da prisão”?

Com várias operações da PF para acontecer em Mato Grosso, a iminência de uma prisão, assombram o conselheiro afastado Antônio Joaquim e sua esposa Tânia Izabel Moschini Moraes, que pelo que tudo indica, já podem começar a preparar as malas para receber visitas em outros recintos.

Foto: Divulgação.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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