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Reunião virtual entre servidores da Seciteci discute andamento dos cursos EAD

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Da Redação

Na manhã desta quinta-feira (30.07) foi realizada uma reunião virtual com os servidores da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec), que integram a equipe do programa ‘Novos Caminhos’ em Mato Grosso, responsável pelo desenvolvimento dos cursos de Educação a Distância (EAD) de Operador de Computador e Promotor de Vendas. A reunião ocorreu para tratar das normativas e monitoramento dos cursos.

Na ocasião, o secretário adjunto de Educação Profissional e Superior da Seciteci, Stephano do Carmo,  que também atua como coordenador geral do Pronatec/Novos Caminhos, falou da importância dos trabalhos desenvolvidos pela coordenação dos cursos para melhorar a aprendizagem.

“Os esforços das equipes foram concentrados em criar um sistema autodidático, simples e de fácil acesso, para facilitar o aprendizado, garantindo melhor desempenho aos alunos, além de manter a qualidade do ensino profissionalizante”, diz.  

As aulas iniciaram em junho e atendem 650 alunos que são acompanhados pelas Escolas Técnicas Estaduais das cidades de Rondonópolis, Tangará da Serra, Barra do Garças e Lucas do Rio Verde.  Os cursos fazem parte do programa Novos Caminhos, que é promovido pelo governo federal e executado em  parceria com a Seciteci.

 O coordenador de Educação a Distância da Seciteci, Fernando Wosgrau, apresentou o painel de acompanhamento das atividades realizadas pelos alunos. O monitoramento é feito por meio da plataforma Moodle, que foi desenvolvida pela área de tecnologia da informação da pasta.

“Nesta plataforma existe a ferramenta que indica a frequência e realização das atividades dos alunos e monitora o aproveitamento e o desempenho no decorrer do curso. Dessa forma, a equipe pode auxiliar melhor nas dificuldades dos estudantes em relação ao sistema ou material das aulas”, explica.

Na oportunidade, o coordenador também informou sobre o fórum virtual criado para os alunos debaterem as atividades realizadas durante o curso, além de interagirem e se integrarem com os demais participantes do curso.

“O fórum tem o objetivo principal de desenvolver a educação colaborativa, possibilitando ao aluno tirar dúvidas, compartilhar conhecimento e conteúdo, ter acesso à dicas e sugestões e ainda receber monitoria dos professores”, garantiu ele.

Os cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) são gratuitos e desenvolvidos pela Seciteci em parceria com o Ministério da Educação (MEC), por meio do programa ‘Novos Caminhos’. As aulas são realizadas por meio de ambiente virtual de aprendizagem (AVA).

 

 

 

 

Foto: Divulgação

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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