Mato Grosso
“Ações do Governo ajudam Mato Grosso a ser 1º lugar do país em criação de empregos”, afirma governador
Mato Grosso
Da Redação
O governador Mauro Mendes afirmou que as diversas ações tomadas pela atual gestão, voltadas ao equilíbrio econômico e à simplificação do ambiente empresarial, contribuíram para que Mato Grosso conquistasse o 1º lugar entre os estados que mais criaram empregos em junho deste ano.
De acordo com os dados do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta terça-feira (28) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Mato Grosso registrou 20.685 demissões em junho, contra 27.475 admissões. Ou seja, 6.790 novos postos de trabalho foram criados no mês passado, apesar dos prejuízos causados pelo coronavírus.
“As ações tomadas pelo Governo ajudaram Mato Grosso a ser o 1º lugar do país na criação de empregos. Se não estivéssemos em meio a uma pandemia, com certeza teríamos resultados ainda melhores. Em 2019 trabalhamos muito, com apoio da Assembleia Legislativa, para reorganizar as contas e, pela primeira vez em 10 anos, o Governo de Mato Grosso fechou o ano no azul”.
“Regularizamos pagamentos, honramos compromissos com fornecedores e fizemos a reinstituição de incentivos fiscais, que garantiu isonomia nos benefícios às empresas, resultando em atração de investimentos. O Estado deixou de ser hostil, atrapalhador, e agora é fomentador”, afirmou o governador, destacando que Mato Grosso também foi o estado que percentualmente mais abriu empresas no primeiro quadrimestre de 2020 – 21.040 novas empresas.
Mauro Mendes afirmou que as políticas públicas do Estado em favor das pequenas e médias empresas durante a pandemia também contribuíram para o cenário positivo.
“Nós prorrogamos o pagamento do ICMS para as empresas do Simples e para os Micro Empreendedores Individuais (MEIs), que são os principais empregadores da iniciativa privada em Mato Grosso. Também prorrogamos as licenças de operação e aceleramos a análise de novas licenças das empresas que pretendem empreender no Estado. Essas providências criam um ambiente favorável para novos investimentos e, somadas a um Estado equilibrado economicamente, garantem segurança aos empresários. Na prática, é emprego, renda e desenvolvimento para a nossa população”, explicou o chefe do Executivo.
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, a liderança de Mato Grosso no ranking de criação de empregos é fruto das ações da gestão para o fomento do empreendedorismo.
“Um exemplo é o programa Pensando Grande para os Pequenos, que teve vários circuitos. Temos as linhas de créditos e a reestruturação da Desenvolve MT, que apoia principalmente os segmentos mais prejudicados pela pandemia, como o setor turístico e de serviços. Mesmo com a pandemia, continuamos gerando empregos. Além disso, também temos o nosso agronegócio que vem mantendo o ritmo de exportações, aumentando a produção agrícola e a industrialização dos seus produtos, tanto em proteína animal quanto vegetal, que gera empregos não só na indústria de transformação, mas em todos os segmentos envolvidos com a indústria agropecuária e da produção industrial”, ressaltou.
Na liderança
No relatório do Caged, Mato Grosso figura em 1º lugar entre os 17 estados que registraram saldos positivos na criação de empregos. Outros 10 estados tiveram saldo negativo.
Mato Grosso registrou saldo de 6.790 novos postos de trabalho, seguido do Pará (4.550) e Goiás (4.334). Já os estados com o pior desempenho foram o Rio de Janeiro (-16.801), São Paulo (-13.299) e Rio Grande do Sul (-4.851).
A alta de contratação em Mato Grosso ocorreu em todos os segmentos analisados, sendo 3.014 novos postos na agropecuária, 1.426 na indústria, 986 na construção, 950 no comércio e 414 no ramo de serviços.
Foto por: Christiano Antonucci
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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