Mato Grosso
Lúdio Cabral de médico a deputado não mostra companheirismo pelo povo
Mato Grosso
Da Redação
“Aqui em Cuiabá e Várzea Grande isso poderia ter sido construído em conjunto, nós poderíamos ter mais equipes distribuídas regionalmente para realizar esses atendimentos de forma segura, ao ar livre, sem aglomeração”, apontou Lúdio Cabral.
“O governo do Estado está gastando R$ 28 reais por teste rápido que, nos sintomas iniciais não vai ter utilidade nenhuma. É dinheiro jogado fora e cria essa falsa sensação de segurança nas pessoas e os benefícios do teste RT-PCR, que apesar de ser mais caro, seria mais eficiente”, ressaltou o deputado.
O médico e deputado estadual Lúdio Cabral (PT) está experimentando do próprio “remédio”, já que está sendo duramente criticado, por apenas ter como atividades, tanto como médico, como parlamentar, realizar críticas as ações do governo do estado no combate a pandemia do coronavírus.

Foto: Divulgação
Como médico por profissão, as pessoas, principalmente seus eleitores, esperavam bem mais do parlamentar, que até o momento, nesta guerra da sociedade contra o Covid-19, ainda não cumpriu com o seu juramento profissional.
“Eu prometo solenemente consagrar minha vida ao serviço da humanidade; a saúde e o bem-estar de meu paciente serão as minhas primeiras preocupações”, este trecho do juramento, não condiz com as ações do médico e deputado Lúdio Cabral.

Foto: RDNEWS
Mesmo com todas as condições para tirar o paletó, colocar o jaleco e trabalhar para salvar vidas, o médico Lúdio Cabra seguiu o caminho inverso dos seus colegas de profissão, que neste momento está na linha de frente, enfrentando o Covid-19, cuidando de dezenas, centenas e milhares de paciente, que estão esperando por atendimento.
“O Governo do Estado está contratando médicos, são cerca de 50 vagas, mesmo com o pedido de socorro dos paciente, Lúdio insiste em se manter deputado, com discursos que caracteriza quanto pior melhor, o povo ainda não conseguiu enxergar o trabalho do parlamentar”.
O governador Mauro Mendes Ferreira (DEM) rebateu as críticas do deputado petista Lúdio Cabral, sobre o atendimento no Centro de Triagem montado na Arena Pantanal.
“É muito fácil criticar, o duro é fazer, mas o governo do Estado vai continuar fazendo muito, embora alguns se especializem em continuar criticando, e eu fico extremamente chateado quando vejo agentes políticos falando mentiras o tempo todo, aos quatros ventos, isso é muito ruim, porque neste momento a população precisa acreditar naqueles que estão aí cuidando da saúde das pessoas nesse período da pandemia. É óbvio que em um primeiro dia, quem está fragilizado com a falta de atendimento, ele corre para lá”, explicou o governador.
De acordo com o governo do estado, o Centro de Triagem montado na Arena Pantanal tem capacidade para 600 atendimentos diários, uma equipe médica, de enfermeiros, medicamentos disponíveis e leitos vinculados ao Hospital Estadual Santa Casa, para pacientes em casos graves.
“Na Arena Pantanal nós temos 20 médicos, a onde tem isso em Cuiabá? Será que esses que criticam foram andar por aí para ver como estão as UPAs e PSFs? O governo só fez isso, montar o Centro de Triagem porque as Unidades Básicas de Saúde não estavam funcionando. A população estava indo para a Arena Pantanal porque as pessoas queriam atendimento e precisam de atendimento, a pessoa não vê o conjunto da obra, não vê o conjunto daquilo que nós fizemos”, ressaltou Mendes.
Infelizmente, mesmo com a gravidade da situação, ainda existem pessoas que estão utilizando do momento, para fazer da vida alheia palanque eleitoral, isso mostra o tipo de cidadão, profissional e representante de uma categoria que o elegeu, mostrando que companheirismo é apenas uma palavra em discurso, já que na atitude, o que prevalece é o abandono.
Foto: ALMT
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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