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Emanuelzinho declara ter patrimônio de R$ 40 mil, gasta em campanha R$ 1.815.866,52 e recebe 76.781 votos

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Da Redação

A notícia de que o deputado federal e filho do prefeito de Cuiabá, Emanuelzinho Pinheiro confirmou a pré-candidatura, para disputar a eleição rumo a Prefeitura de Várzea Grande, teve impacto imediato no meio político e social, principalmente pelo fato de que este pré-candidato não tem ligação histórica, cultural, muito menos um legado para apresentar à sociedade várzea-grandense.

“Papai eu quero ser Prefeito, o senhor pode me dar”, assim muitas pessoas comentaram sobre a possível postura do deputado federal, que precisa construir a sua história pública, deixando de viver na sombra do pai, que carrega um verdadeiro “contentor” nas costas, por conta do episódio, ainda não explicado, referente as imagens do dinheiro sendo colocado no paletó.

Foto: Reprodução/Facebook

Nesta segunda, onde e com quem se fala de política, envolvendo o nome do deputado Emanuelzinho, os relatos são da seguinte forma:

“Político Aventureiro em Várzea Grande historicamente são derrotados”.

“Como o pai está ferrado em Cuiabá, agora querem pular o rio e fazer a mesma coisa em Várzea Grande”.

“Como o papai é Emanuel Paletó, Emanuelzinho é Paletózinho”.

“Emanuelzinho não sabe a diferença do Engordador para Passagem da Conceição”.

“É um menino mimado, que quer brincar de prefeito em Várzea Grande”.

“Eles estão achando que o povo de Várzea Grande é besta”.

“Ele é uma marionete nas mãos do pai”.

“Não adianta acertar entre os caciques, quem vota é o povo”.

Foto: Divulgação

Essas e outras frases são as mais ouvidas pela população, quando o assunto é pré-candidatura de Emanuelzinho para disputar o Paço Couto Magalhães.

Que as condutas de Emanuel Pinheiro levantam suspeitas, todos da região já sabem, assim como o pai, Emanuelzinho também tem muito que explicar, já que em sua declaração patrimonial, apresentou R$ 40 mil de bens, o que inviavelmente condiz com seu gasto eleitoral, quando foi declaro:

Foto: Divulgação

“Uma conta que não fecha: Emanuelzinho (PTB) gastou R$ 1.815.866,52 milhão e recebeu 76.781 votos”.

A incompatibilidade das declarações levantam suspeitas em praticamente todas as esferas da justiça, tanto que no relatório assinado pelo técnico de controle interno e auditoria do TRE, Rodrigo Martins de Jesus, consta que Emanuelzinho, dentre outras irregularidades, omitiu de sua prestação de contas, gastos com combustíveis durante a campanha, cujos recursos utilizados vieram do fundo partidário.

“São mais 1,3 mil litros de combustível não declarado”.

O técnico do TRE sugeriu reprovação das contas de campanha de Emanuelzinho, assim como o pai, Emanuelzinho continua suspeito de cometer irregularidades e ocupando cargo público.

Foto: Secom VG

Resta saber se o povo de Várzea Grande vai fazer vistas grossas, e por apenas uma indicação, irá eleger uma pessoa que não possui vínculos, muito menos condições para atender as demandas da população.

(Foto: Ednilson Aguiar/ O Livre)

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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