Mato Grosso
Prefeitura divulga lista de sorteados que ainda não responderam chamamento para análise documental
Mato Grosso
Da Redação
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária solicita aos sorteados do Nico Baracat III relacionados em lista anexa, que entrem em contato com a Pasta para dar andamento na montagem do processo documental. O dossiê será enviado à Caixa Econômica Federal, gestora do Programa Minha Casa Minha Vida, para finalização do processo.
A equipe técnica da Secretaria vem trabalhando desde janeiro de 2020 na convocação e montagem da documentação dos sorteados e tem tido dificuldades para contatar alguns dos sorteados, visto que os telefones informados não atendem ou não mais pertencem aos mesmos. Desse modo, a Secretaria solicita que todos os que estejam na lista em anexo entrem em contato via telefone para agendamento de horário de atendimento.
A Pasta reforça que a convocação se dá apenas para os sorteados que constam na lista em anexo e que é necessário agendamento prévio via telefone para atendimento. A Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária está funcionando em horário especial durante a pandemia: de segunda a sexta, das 08h às 12h, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, quadra 01, nº 09, edifício comercial Pantanal Business, 9º andar.
Confira os telefones para contato:
(65) 99287 9055
(65) 99291 0744
(65) 3313 8610
(65) 3313 8611
Confira lista anexa de sorteados que devem entrar em contato com a Secretaria de Habitação:
Prefeitura divulga lista de sorteados que ainda não responderam chamamento para análise documental
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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