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Município inicia construção de via que interliga avenidas República do Líbano e Dr. Hélio Ribeiro

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Da Redação

Em parceria com a iniciativa privada, a Prefeitura de Cuiabá está criando mais um corredor de mobilidade urbana na Capital. Com obra já em andamento, em poucos meses a população cuiabana poderá contar com uma nova via que interliga a Avenida República do Líbano com a Avenida Dr. Hélio Ribeiro, nas proximidades do Parque das Águas. 

A construção da via faz parte de um trabalho coordenado pelas secretarias municipais de Obras Públicas e Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável. Conforme o projeto, a avenida tem como ponto de partida a Rua Afeganistão, que inicia na República do Líbano, e segue até próximo a rotatória que dá acesso à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT). 

“Estamos interligando Cuiabá e facilitando o acesso das pessoas para diferentes regiões. Dessa forma, vamos proporcionar um trânsito e mais humanizado e voltado para o futuro. Esse trecho era uma região ainda não descoberta e, com a interligação, vai valorizar a região e modernizar nossa mobilidade urbana”, explica o prefeito Emanuel Pinheiro. 

A obra foi iniciada a cerca de dois meses e deve ser totalmente concluída até o fim deste ano. No local, onde antes não existia possibilidade de tráfego, já foi feito a limpeza do terreno e abertura da via. Também foi executada a edificação do sistema de drenagem de águas pluviais e muro de gabião. Neste momento, é realizado o trabalho de terraplanagem. 

“A partir deste mesmo ponto, futuramente, vamos prolongar a interligação até a Avenida Historiador Rubens de Mendonça, na lateral da Havan. São obras que vão desafogar duas importantes regiões da Capital, que possuem uma grande movimentação de veículos. Para essa segunda etapa, também já temos o projeto pronto, mas ainda não iniciamos os trabalhos”, conclui Pinheiro. 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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