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Várzea Grande paga salário nesta segunda e contesta ilações de repasses federais

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Da Redação

Sinalizando que vai manter a regularidade nos compromissos da Prefeitura de Várzea Grande, mas condenando as distorções provocadas pela classe política e principalmente por gestores quanto aos repasses de recursos federais para os demais entes, a prefeita de Várzea Grande, anunciou neste domingo, 28 de junho, que os servidores públicos municipais recebem seus salários referentes ao mês de junho e que remontam a um valor da ordem de R$ 31 milhões para 8 mil servidores entre Prefeitura Municipal, Previdência Social – PREVIVAG e Departamento de Água e Esgoto – DAE/VG.

“Estes recursos são fundamentais para manter a economia aquecida em tempos de pandemia e de setores do comércio que não essenciais fechados para uma quarentena de 15 dias”, explicou Lucimar Sacre de Campos.

Desde maio de 2015 quando assumiu a gestão municipail, Várzea Grande tornou como uma de suas principais prioridades honrar o pagamento dos salários dos servidores no mês de trabalhado. “ Definimos um calendário anunciado no início de cada ano e rigorosamente cumprido, até mesmo antecipado quando possível, como será o caso deste mês de junho que será pago 29” informou Lucimar Campos.

“Aqui respeitando os princípios constitucionais da Administração Pública de Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência, oferecemos o mesmo tratamento para os servidores públicos municipais que são essenciais para a cidade e sua população, principalmente neste momento, para os da área da saúde e da segurança pública, além do social, e também para o comércio e a indústria e os parceiros de Várzea Grande, fornecedores, empreiteiros que mantém nosso principal estimulo, Várzea Grande não pode parar, por isso, estamos nos dedicando e empenhando para que as coisas aconteçam dentro de uma normalidade, mesmos vivendo estes momentos de pandemia”, disse a prefeita.

Em reunião com o Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (Covid- 19), a prefeita adiantou que novas medidas deverão ser tomadas, lembrando que mesmo sendo Várzea Grande, dentro do Plano de Contingência , assinado com o Governo do Estado e com a Prefeitura de Cuiabá, de atender casos NÃO COVID, ou seja, ficando de retaguarda para todos os demais atendimentos das demais doenças e desafogando os atendimentos das unidades referência para a Coronavírus. “Mesmo assim atendemos casos de COVID e encaminhamos para as demais unidades”, salientou.

Ela lembrou que Várzea Grande compromete cerca de 30% de sua arrecadação com área de saúde e que este patamar de investimentos assegurou a capacidade do município em promover os atendimentos necessários durante a pandemia da Covid- 19.

“Nos últimos anos inauguramos as UPAs IPASE e Dr. Farid Seror (Grande Cristo Rei), reformamos e melhoramos 100% dos Hospital Pronto Socorro e reformamos também melhorando o atendimento das cinco policlínicas existentes (Jardim Glória, 24 de Dezembro, Marajoara, Cristo Rei e Parque do Lago) e entregamos três Unidades Básicas de Saúde nas regiões do São Simão, Aurília Sales Curvo e Santa Isabel e temos mais cinco sendo concluídas para elevar para 92% os atendimento da Atenção Básica que eram menos de 20% em 2015”, explicou a prefeita.

Lucimar Campos rechaçou e condenou as ilações disparadas por todos os lados de que Várzea Grande teria recebidos recursos da ordem de R$ 93 milhões repassados a maior para o enfrentamento da pandemia e para equilibrar a queda na arrecadação por causa da paralisação das atividades econômicas, o que reflete na queda no recolhimento dos impostos.

“ Os recursos extras que ingressaram nos cofres públicos são pouco mais de R$ 4,7 milhões e eles estão bem aquém da realidade e da necessidade do município e de sua população. Chega a ser um desatino, este tipo de comentários, venham eles de onde vierem. Reafirmo que aqui as coisas são transparentes e os órgãos de controle podem vir para dentro da administração municipal e acompanhar como aplicamos os recursos públicos em prol da cidade e de sua gente’, disparou Lucimar Sacre de Campos.

 

 

 

Foto: Divulgação

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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