Mato Grosso

Novo comandante geral toma posse na Polícia Militar de Mato Grosso

Publicado em

Mato Grosso

Da redação

 

O coronel PM Marcos Vieira da Cunha assumiu nesta quinta-feira (29.06) o comando geral da Polícia Militar de Mato Grosso, em substituição ao coronel Jorge Luiz de Magalhães. A cerimônia de troca de comando foi realizada na sede do Comando Geral, em Cuiabá, e contou com a presença do governador Pedro Taques.

“Eu parabenizo o coronel Jorge Luiz pelo trabalho desempenhado até aqui. O coronel Cunha assume agora uma missão grandiosa, que é comandar a Polícia Militar do Estado de Mato Grosso, uma instituição centenária, que conta hoje oito mil homens e mulheres que se doam todos os dias em prol da população. Tenho convicção de que a equipe montada pelo coronel Cunha dará cabo dessa grande missão”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, Rogers Jarbas.

Marcos Cunha tem 44 anos, dos quais 25 foram dedicados à Polícia Militar. Ele ingressou na instituição como soldado e fez carreira até chegar ao posto de coronel, em setembro de 2016. Durante 19 anos, o coronel Marcos Vieira da Cunha atuou no interior do Estado.

“Recebi do governador Pedro Taques o compromisso de levar sensação de segurança à população e dar continuidade a filosofia da polícia militar de trabalhar de forma integrada com as forças de segurança, o que tem contribuído para alcançarmos índices históricos”, afirmou o novo comandante.

Desde janeiro de 2017, Cunha ocupava o cargo de secretário adjunto de Integração Operacional e foi responsável pela coordenação das Operações Bairro Seguro, trabalho integrado entre as forças de segurança e uma das principais razões para a redução dos índices de criminalidade em Mato Grosso.  

Ao deixar o comando, o coronel Jorge Luiz falou sobre o desafio de atuar na segurança pública e das mudanças que refletiram no dia a dia dos cidadãos que vivem no Estado.

“Sonhei um dia ser servidor público, ter instabilidade e ser promovido ao posto de coronel. Deus me fez ir ainda mais longe me tornando comandante geral da PM. Neste período, procurei viver intensamente a função e quero deixar meus sinceros agradecimentos ao governo pela confiança depositada em mim e pelos investimentos feitos na inclusão de novos policiais, aquisição de armamento e reforço no serviço de inteligência”, pontuou o coronel.

Também participaram da solenidade o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Rui Ramos, oficiais da polícia, secretários estaduais e deputados estaduais.

Comando geral

Nesta sexta-feira (30.06), às 16h, no Comando Geral, tomam posse os secretários adjuntos. O coronel Paulo Serbija assume o cargo de sub-comandante geral da Polícia Militar. Já a coordenadoria operacional será ocupada pelo coronel PM Jonildo Assis, que atuava como comandante do Grupamento Especial de Fronteira (Gefron).

O tenente-coronel PM José Nildo Silva de Oliveira, que era comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), passa a comandar o Gefron e o tenente-coronel Ronaldo Roque passa a comandar o Bope.

O secretário adjunto de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública, Gustavo Garcia, acumulará por ora o cargo de secretário adjunto de Integração Operacional até que um coronel da PM seja designado para a função.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

Publicados

em


O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA