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Diretores dos CMEIs alinham ações e fortalecem a gestão da Educação Infantil em Várzea Grande

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A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL) promoveu, na manhã desta segunda-feira (13), mais uma reunião setorial com gestores escolares, reunindo os diretores dos 33 Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) de Várzea Grande. O objetivo foi fortalecer a gestão das unidades de ensino, padronizar procedimentos administrativos e ampliar a eficiência no atendimento às crianças da rede municipal.

A iniciativa integra uma série de encontros conduzidos pela secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, com os diferentes segmentos da rede de ensino. A proposta é aproximar a gestão da realidade de cada unidade, promovendo um diálogo permanente com os profissionais da educação.

Durante a reunião, foram debatidos temas estratégicos para o funcionamento dos CMEIs, como a organização e lotação de servidores, a regularidade da documentação dos alunos, dos profissionais e das próprias unidades escolares, além das demandas encaminhadas à SMECEL. Também foram reforçados os prazos e os fluxos corretos para solicitações administrativas.

Outro tema discutido foi o novo chamamento do processo seletivo, previsto para ocorrer em breve. Os gestores receberam orientações sobre a regularização dos profissionais lotados nas unidades de Educação Infantil, garantindo maior organização e planejamento para o atendimento da rede.

A pauta também contemplou assuntos do cotidiano escolar, entre eles o fortalecimento da comunicação entre as unidades e a Secretaria, o planejamento para o segundo semestre letivo, o acompanhamento pedagógico, a organização dos espaços escolares, o acolhimento das famílias, o transporte e a alimentação escolar, a manutenção preventiva das unidades e estratégias para aprimorar a qualidade do atendimento oferecido às crianças.

Para a secretária Maria Fernanda Figueiredo, as reuniões setoriais são fundamentais para consolidar uma gestão cada vez mais eficiente, participativa e alinhada às necessidades da rede municipal.

“Esses encontros nos permitem ouvir quem está diariamente à frente das nossas unidades, compreender as necessidades específicas de cada realidade e construir soluções de forma coletiva. Nosso objetivo é fortalecer a gestão escolar, dar mais segurança aos diretores, padronizar procedimentos e tornar os processos cada vez mais organizados e eficientes. Quando a Secretaria trabalha próxima das unidades, toda a rede ganha, especialmente nossas crianças e suas famílias”, destacou.

Segundo a secretária, o diálogo permanente entre a gestão da SMECEL e os gestores escolares integra a política de fortalecimento da educação municipal adotada pela administração da prefeita Flávia Moretti, priorizando o planejamento, a organização administrativa e a melhoria contínua dos serviços prestados à população.

A Secretaria reforça que as reuniões setoriais continuarão sendo realizadas ao longo do ano, envolvendo os diferentes segmentos da rede municipal de ensino, como parte das ações voltadas ao aperfeiçoamento da gestão educacional e à construção de uma educação pública cada vez mais organizada, eficiente e de qualidade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Candidatos trocam acusações, ironias e até citam “fundão milionário” em debate ao Governo

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O debate entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso, realizado nesta terça-feira (1º) pela TV Vila Real, foi marcado por troca de acusações, ironias e confrontos diretos entre os seis postulantes ao Palácio Paiaguás. Com liberdade para escolher os adversários e os temas das perguntas, os candidatos aproveitaram o espaço para elevar o tom da disputa.

O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) estiveram entre os principais alvos, mas os candidatos de partidos menores também buscaram espaço no confronto.

Um dos embates envolveu o candidato Rafaell Millas (Missão) e Wellington. Millas questionou o senador sobre as operações Sanguessuga, Ararath e Atlântida. Wellington respondeu reafirmando sua inocência e partiu para o ataque, chamando Millas de “candidato de aluguel” e insinuando que ele teria simpatia pela candidatura de Pivetta. O representante do Missão reagiu com ironia e voltou a chamar o senador de “melancia”, apelido que adversários passaram a usar contra Wellington.

Sargento Laudicério (Agir) também elevou o tom ao confrontar Pivetta sobre violência contra a mulher. O candidato resgatou um caso de agressão envolvendo o governador e questionou quais medidas o Estado adotaria para impedir que mulheres vítimas de violência retornassem aos agressores por dependência financeira.

Pivetta respondeu citando a ampliação das delegacias especializadas de proteção à mulher durante sua gestão, mas Laudicério considerou a resposta insuficiente e insistiu em uma posição mais incisiva do governador.

Natasha também direcionou uma pergunta a Pivetta e o questionou sobre a possibilidade de criar uma espécie de Lei da Ficha Limpa para impedir que pessoas com histórico de agressão contra mulheres possam ocupar cargos públicos. O governador concordou com a proposta e afirmou que o Estado pode avançar nas políticas de proteção às mulheres.

A disputa pelo chamado fundão eleitoral também entrou no debate. Maurício Coelho (Mobiliza) questionou Laudicério sobre a concentração de recursos nas campanhas dos principais candidatos, citando Natasha, Pivetta e Wellington. Sem grandes recursos partidários, o candidato do Agir aproveitou para pedir doações e afirmou que faz uma campanha “voto a voto” nas ruas.

Maurício também confrontou Natasha sobre sua proposta de cashback na cesta básica. A candidata rebateu, acusando o adversário de fazer perguntas mal-intencionadas e lembrando que partidos maiores possuem mais recursos justamente por causa da estrutura das legendas. No contra-ataque, Natasha ainda afirmou que Maurício deveria dar explicações sobre questionamentos envolvendo seu nome.

Outro momento de tensão ocorreu quando Wellington voltou a defender sua trajetória política e aproveitou para atacar a gestão estadual. Ao falar sobre educação, o senador afirmou que ajudou a melhorar os índices do Estado e citou supostas irregularidades, como denúncias de superfaturamento na compra de livros. Pivetta reagiu defendendo os avanços conquistados pela atual administração.

Natasha, por sua vez, buscou apresentar propostas ligadas à industrialização e à redução da desigualdade. A candidata defendeu agregar valor à produção de Mato Grosso e citou setores como algodão, ouro e couro, além de chamar atenção para a população em situação de vulnerabilidade social.

O bloco ainda teve espaço para ataques envolvendo supostos casos de corrupção e antigos episódios da vida política dos candidatos. Pivetta e Wellington protagonizaram novos confrontos e mantiveram o tom mais agressivo do debate, enquanto os demais concorrentes tentaram aproveitar a exposição para se apresentar como alternativas aos dois principais nomes da disputa.

Com seis candidatos frente a frente, o segundo bloco deixou claro que, além das propostas de governo, a campanha eleitoral deve ser marcada também pelo resgate de episódios do passado, acusações pessoais e uma disputa intensa por espaço entre os concorrentes.



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