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Câmara de Várzea Grande recebe novos equipamentos do TCE-MT

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A Câmara Municipal de Várzea Grande recebeu nesta sexta-feira (19) a doação de 10 computadores do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). A entrega foi realizada ao presidente da Casa de Leis, Wanderley Cerqueira (MDB), e faz parte de uma iniciativa voltada ao fortalecimento da estrutura administrativa do Legislativo.

Os novos equipamentos chegam para ampliar a capacidade operacional da Câmara, contribuindo para a melhoria das atividades internas, a economia de recursos públicos e a oferta de melhores condições de trabalho aos servidores.

A aquisição soma-se a outras ações de modernização promovidas pela instituição, como a compra recente de 37 novos computadores e a mudança para uma nova sede, concluída há cerca de um ano. As medidas integram um processo de aprimoramento dos serviços legislativos, com foco em mais eficiência e qualidade no atendimento à população várzea-grandense.

Durante a entrega, Wanderley Cerqueira agradeceu ao presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, pela parceria e pela destinação dos equipamentos. Segundo ele, a iniciativa chega em um momento importante para a Câmara e representa um avanço na estrutura da Casa.

“Esses computadores fortalecem nossa estrutura, geram economia aos cofres públicos e proporcionam mais qualidade no trabalho dos servidores. Tudo isso reflete diretamente no atendimento à população, que encontra uma Câmara mais preparada para receber e atender suas demandas”, afirmou o presidente.



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Brasil deve voltar a ser 8ª maior economia do mundo em 2027, prevê FMI

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O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, deixando para trás Rússia e Itália.

A projeção faz parte do documento Perspectivas da Economia Mundial, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro alcançará US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no ano que vem.

Em 2026, o país termina na décima posição do ranking, com PIB de US$ 2,655 trilhões.

Para 2027, a lista mantém os Estados Unidos como maior potência econômica, seguida pela China.

Confira o Top 10 das economias mundiais, segundo a projeção do FMI, instituição multilateral vinculada às Nações Unidas.

  1. Estados Unidos: US$ 34,44 trilhões
  2. China: US$ 22,94 trilhões
  3. Alemanha: US$ 5,66 trilhões
  4. Índia: US$ 4,52 trilhões
  5. Reino Unido: US$ 4,49 trilhões
  6. Japão: US$ 4,47 trilhões
  7. França: US$ 3,65 trilhões
  8. Brasil: US$ 2,80 trilhões
  9. Itália: US$ 2,77 trilhões
  10. Rússia: US$ 2,68 trilhões

A última vez em que o Brasil ficou no oitavo lugar foi em 2017. De acordo com a estimativa do FMI, o país segue na oitava posição até 2031, último ano projetado.

A melhor posição já ocupada pelo Brasil no ranking global de PIB foi a sétima posição, alcançada em 1995 e de 2010 a 2014.

Índia decola

Um dos destaques da previsão do FMI é a Índia, que salta do sexto para o quarto lugar e ultrapassa Reino Unido e Japão. Em 2031, a Índia deve tomar o terceiro lugar, da Alemanha.

Estados Unidos e China devem ocupar os dois primeiros lugares do ranking, nesta ordem, até 2031.

O que é o PIB

O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais.   

O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria. 

Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.   

Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.  

O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.

 



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