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Falha na Captação 5 interrompe fornecimento de água em regiões de Várzea Grande

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O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) informa que, neste domingo (14), foi registrado um rompimento na saída da tubulação da Captação 5 da ETA Imigrantes, comprometendo o abastecimento de água em diversas regiões do município.

As equipes técnicas do DAE/VG foram mobilizadas imediatamente e já trabalham no local para realizar os reparos necessários e restabelecer o sistema o mais rápido possível.

A previsão é que os serviços de manutenção sejam concluídos até a tarde desta segunda-feira (15).

Durante este período, poderá ocorrer interrupção ou baixa pressão no fornecimento de água nos seguintes bairros:

* 15 de Maio
* Milton Figueiredo
* Portal dos Imigrantes
* Loteamento Campo Verde
* Vida Nova
* Vitória Régia
* Vila Operária
* Santa Cecília
* Sayonara
* Capela do Piçarrão
* Monte Castelo
* 13 de Setembro
* Eliane Gomes
* 7 de Maio
* Souza Lima
* Brasil Novo
* Gilson de Barros
* Gonçalo Botelho
* 24 de Dezembro
* Pequizeiro
* Parque Boa Vista
* Pai André
* Praia Grande

O DAE/VG orienta os moradores das localidades afetadas a utilizarem a água de forma consciente, priorizando atividades essenciais até a normalização completa do abastecimento.

Nesta segunda-feira haverá mobilização de caminhões pipas para as regiões afetadas.

A autarquia agradece a compreensão de todos e reforça que seguirá atualizando a população sobre o andamento dos trabalhos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Centrais sindicais propõem medidas para enfrentar tarifaço dos EUA

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As centrais sindicais apresentaram nesta sexta-feira (31) um documento com propostas para enfrentar os efeitos do tarifaço aplicado pelos Estados Unidos a diversos produtos brasileiros.

No documento, entregue ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias Rosa, as entidades defendem o incentivo à produção nacional, ampliação dos investimentos públicos, fortalecimento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e proteção dos empregos. 

“Diante do agravamento da guerra comercial desencadeada pelas novas medidas protecionistas do governo dos EUA, as centrais sindicais expressam preocupação com os múltiplos impactos sobre a economia nacional, os empregos e a soberania produtiva e política do Brasil”, diz o documento.

Uma das propostas é que a manutenção das vagas de trabalho seja exigência para empresas acessarem programas de socorro.

As centrais sindicais defendem busca por novos mercados para os produtos tarifados, o estímulo à produção nacional por meio das compras públicas e da política de conteúdo local e maior investimento público em infraestrutura social e produtiva, incluindo transporte, energia, habitação, saúde e educação.

Segundo as centrais, o país deve aprimorar o projeto de desenvolvimento com inclusão e justiça social, inclusive com mecanismos de proteção frente a instabilidade externa.

“Esse modelo de desenvolvimento deve estar estruturado na geração e proteção de empregos, no combate à precarização do trabalho e no fortalecimento da capacidade de consumo das famílias por meio da valorização da renda do trabalho”, diz o documento.

O texto também traz propostas de revisão da Lei de Patentes para combater abusos de propriedade intelectual; o fortalecimento do Mercosul, como instrumento de integração econômica e desenvolvimento regional; fundos de compensação e programas de transição destinados aos trabalhadores afetados pelo comércio internacional e o fortalecimento da organização sindical para assegurar a negociação coletiva nos setores impactados.

O documento, assinado por CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB e NCST, foi entregue ao ministros durante reunião em São Paulo.

As centrais sindicais disseram ainda apoiar as medidas adotadas pelo Brasil em relação ao tarifaço, bem como a Lei de Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado.

Ações 

Na segunda-feira (27), o governo brasileiro encaminhou à Organização Mundial de Comércio (OMC) um documento em que classifica como “inconsistentes” as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos.

“As medidas em questão [tomadas pelos EUA] parecem ser inconsistentes com as obrigações dos EUA sob o Acordo Geral de Tarifas e Comércio 1994”, afirmou o Brasil. O Acordo Geral de Tarifas e Comércio traz a base normativa para aplicação de tarifas por parte dos membros da OMC.

O Brasil também afirma que é preterido pelos EUA na relação comercial, comparado a outros países da Organização Mundial do Comércio.

O documento faz parte de um pedido de consultas aos Estados Unidos no sistema de solução de controvérsias da OMC. Nessa fase, os países buscam negociar uma solução para o conflito antes da eventual instalação de um painel para analisar o caso.



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