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Escolas da Rede Municipal de Várzea Grande unem aprendizado, cultura e esporte no clima da Copa do Mundo

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Junho é, sem dúvida, um dos períodos mais animados do calendário brasileiro. A combinação das tradicionais festas juninas com a expectativa pelos jogos das seleções que disputarão a Copa do Mundo de 2026 tem criado um clima de celebração em todo o país. Em Várzea Grande, as escolas da Rede Municipal de Ensino também entraram no ritmo da competição e vêm desenvolvendo projetos que unem esporte, cultura e conhecimento.

Inspirados pelo maior torneio de futebol do planeta, os estudantes participam de pesquisas e atividades que abordam a história das Copas do Mundo, os principais jogadores, as seleções com maior número de participações, os países mais vencedores e diversas curiosidades relacionadas ao evento esportivo.

Na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida, a proposta é proporcionar uma experiência cultural e esportiva envolvendo os países que disputarão o Mundial de 2026. A programação contará com jogos de futebol, circuitos esportivos, pebolim, tênis de mesa e outras atividades voltadas ao aprendizado e à integração dos alunos.

Durante o evento, os estudantes participarão de dinâmicas e desafios de conhecimentos gerais, com perguntas sobre geografia, cultura, idiomas e costumes dos países participantes. A iniciativa também busca fortalecer valores como o trabalho em equipe, o respeito às diferenças e a convivência entre as turmas.

Já a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Lúcia Leite Rodrigues desenvolverá, entre os dias 29 de junho e 31 de julho, o Projeto Copa do Mundo 2026. A ação tem como objetivo promover o aprendizado interdisciplinar por meio da temática do futebol, ampliando o conhecimento dos alunos sobre a história da competição e a importância esportiva, cultural, econômica, gastronômica e social dos países envolvidos.

O entusiasmo com a Copa também chegou à Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer. Servidores da pasta decoraram os ambientes de trabalho com as cores verde e amarela, demonstrando apoio à Seleção Brasileira e reforçando o espírito de união que o evento desperta.

“É uma forma de enviar energias positivas ao Brasil e também de acreditar nessa conquista tão desejada”, afirmou a arquiteta Thais Corrêa dos Santos, servidora do setor de Obras, que pretende vestir a camisa da Seleção nos dias de jogos da equipe brasileira.

A mobilização se estende por diversos setores da secretaria. No Departamento de Normas e Legislação, as bandeirinhas e as cores nacionais já fazem parte da decoração, que deverá receber novos elementos temáticos ao longo das próximas semanas.

A Copa do Mundo de 2026 será realizada entre os dias 11 de junho e 19 de julho, com partidas disputadas nos Estados Unidos, Canadá e México, marcando a primeira edição do torneio sediada por três países.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Regularização fundiária ganha força em Várzea Grande com atendimento aos moradores do Construmat

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação (SEDURFH), realizou na última sexta-feira (24) mais uma etapa do programa Acelera VG – Regularização Fundiária Urbana (Reurb). A reunião de mobilização aconteceu na Igreja Católica São João Batista, no bairro Construmat, reunindo centenas de moradores interessados em garantir a documentação definitiva de seus imóveis.

Nesta etapa, 977 imóveis do bairro Construmat serão contemplados com o processo de regularização fundiária, que é totalmente gratuito para os moradores. O encontro teve como objetivo orientar a população sobre a documentação necessária, esclarecer dúvidas e dar início ao cadastramento das famílias beneficiadas.

Representando a equipe técnica da SEDURFH, o subsecretário Gesenilton Nelo explicou que esta é a fase de orientação e cadastramento, considerada fundamental para o andamento do processo.

“Estamos iniciando a parte de orientação cadastral e documental. A população vai entender todas as etapas da regularização fundiária, desde o cadastro até a emissão do título definitivo. Nossa equipe técnica está aqui justamente para garantir transparência e acompanhar cada família durante esse processo”, destacou.

Segundo ele, o prazo para conclusão varia conforme a complexidade de cada núcleo habitacional e depende, principalmente, da participação dos moradores no cadastramento e da tramitação cartorial. “O tempo pode variar entre seis meses e um ano após a conclusão dos cadastros e o envio da documentação ao cartório”, explicou.

Gesenilton também ressaltou que a Reurb Social atende famílias que ocupam o imóvel e não possuem outro bem registrado em seu nome. “O morador não pode possuir outro imóvel registrado. Havendo a comprovação da ocupação e do atendimento aos critérios legais, toda a regularização é realizada sem qualquer custo para o cidadão. É um benefício totalmente custeado pelo Município e pelo Governo do Estado.”

A secretária municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon Ourives Bastos, explicou que a regularização fundiária envolve diversas etapas técnicas antes da entrega dos títulos.

“Primeiro fazemos todo o levantamento urbanístico da região, depois o estudo ambiental, o cadastro das famílias, a aprovação do projeto e, somente então, encaminhamos tudo ao cartório para registro. É um processo complexo, porque estamos tratando de áreas já consolidadas e ocupadas há muitos anos.”

Ela destacou que a legislação permite a regularização de áreas ocupadas até 2017, desde que sejam atendidos todos os requisitos legais, como a comprovação da posse e da ocupação do imóvel.

Outro ponto reforçado pela secretária foi a gratuidade do programa. “É importante que a população fique atenta. Todo esse procedimento é gratuito. Ninguém precisa pagar qualquer valor para receber o título. Se alguém cobrar, trata-se de golpe. Também é fundamental que os moradores não percam os prazos e compareçam para fazer o cadastro e entregar a documentação.”

Programa segue em ritmo acelerado

Além do Construmat, onde 977 imóveis estão em processo de regularização, a secretária informou que o programa segue em plena execução em diversos núcleos de Várzea Grande.

Atualmente, a Prefeitura desenvolve três grandes projetos de regularização fundiária. O primeiro contempla aproximadamente 14 mil imóveis distribuídos em 25 núcleos urbanos. Outro projeto, que está em fase de contratação, prevê a regularização de cerca de 8,9 mil imóveis em mais 25 núcleos.

Ao todo, os levantamentos técnicos já identificaram 60 núcleos passíveis de regularização fundiária, o que representa aproximadamente 39 mil imóveis que deverão receber a titulação nos próximos anos.

Esperança para quem espera há décadas

Para muitos moradores, a reunião simboliza o início da realização de um sonho aguardado há muitos anos. Morador da região há 24 anos, Juvelino Ferreira Nunes, um dos fundadores da comunidade, relembrou a longa espera pela regularização.

“Passaram vários governos e sempre ouvimos promessas. Agora vemos esse processo realmente acontecendo. Ter a escritura significa ter segurança. A gente construiu nosso patrimônio durante toda uma vida e, sem documentação, não tinha garantia nenhuma.”

Segundo ele, o sentimento é de esperança para centenas de famílias que aguardam há décadas pela legalização. “É uma alegria muito grande para todos nós.”

Quem também comemorou o avanço foi Severo Marques da Silva, morador do Construmat há mais de 40 anos. “Esperamos por isso há mais de 30 anos. Meu pai já morava aqui há mais de 40 anos e até hoje aguardávamos essa regularização. Agora ficamos muito felizes em ver esse sonho finalmente começar a sair do papel.

A presidente da Associação de Moradores do Construmat, Adanari Silva Toledo, destacou que a notícia foi recebida com entusiasmo pela comunidade. “Foi uma surpresa muito positiva. Vimos a regularização acontecer em outros bairros, mas não imaginávamos que chegaria tão rápido ao Construmat. Para muitas famílias, isso representa a realização de um sonho.”

Moradora do bairro há quatro décadas, ela ressaltou que a maioria das famílias vive em situação de vulnerabilidade e aguardava essa oportunidade há muitos anos. “A população sofreu muito com promessas que nunca saíam do papel. Hoje existe uma esperança verdadeira.”

Segundo Adanari, a maior conquista proporcionada pela regularização fundiária será a segurança jurídica.

“O título definitivo traz tranquilidade. O morador deixa de viver com o medo de perder sua casa. Depois de tantos anos, poderá dormir sabendo que aquele imóvel é realmente seu.”

A mobilização integra o programa Acelera VG, que tem intensificado as ações de regularização fundiária no município. A iniciativa busca garantir segurança jurídica às famílias, promover cidadania, ampliar o acesso ao crédito e assegurar o direito à propriedade para milhares de moradores que aguardam, há décadas, pela legalização de seus imóveis.

Com os projetos em andamento, a expectativa da gestão municipal é avançar na titulação de cerca de 39 mil imóveis, transformando a realidade de milhares de famílias várzea-grandenses que sonham com a escritura definitiva de suas casas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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