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Audiência sobre projeto da LDO inicia semana de trabalho na Assembleia Legislativa

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Evento será hoje, às 14h, para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2018. Esta será a primeira das duas audiências públicas obrigatórias para discussão do projeto com a sociedade

Da redação

 

A Assembleia Legislativa realiza nesta segunda-feira, às 14h, audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2018. Esta será a primeira das duas audiências públicas obrigatórias para discussão do projeto com a sociedade. O evento será realizado no auditório Milton Figueiredo e transmitido ao vivo pela TV Assembleia, pela rádio ALMT, pelo Facebook e, ao final, o site trará informações sobre o debate.

No período da tarde, a partir das 14h, a Comissão Permanente de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo à Criança, ao Adolescente e ao Idoso se reúne na sala das comissões nº 201, na sede da Assembleia Legislativa.

Terça-feira (27)    

Na terça-feira, o secretário estadual de saúde vem até a Assembleia para participar de audiência pública e apresentar a prestação de contas da gestão do Sistema Único de Saúde referente ao 3º quadrimestre de 2016, a partir das 9h, no auditório Milton Figueiredo.

Às 10h, a política estadual de concessão de incentivos fiscais vai ser pauta da audiência pública requerida pelo deputado estadual José Domingos Fraga (PSD). Os participantes vão discutir quais são as novas regras para que empresas recebam desconto no pagamento de impostos. A previsão é de renúncia fiscal de R$ 3,5 bilhões para 2018.  O evento será realizado no auditório Licínio Monteiro.

Três comissões permanentes se reúnem na tarde de terça-feira: Comissão de Constituição, Justiça e Redação (14h), Defesa do Consumidor e Contribuinte (14h) e a Comissão de Previdência e Assistência Social (15h). Para a reunião extraordinária da comissão previdenciária, o secretário de Estado de Gestão, Júlio Modesto, foi convidado para apresentar os planos do governo para a previdência estadual.

Às 17h, os deputados realizam a primeira sessão ordinária da semana no Plenário das Deliberações. Todas as sessões são abertas à participação popular e transmitidas ao vivo pela TV Assembleia, pela rádio ALMT e têm informações divulgadas no site da instituição.

Quarta-feira (28)

Duas sessões ordinárias são realizadas às quartas-feiras, sempre às 8h e às 17h, de acordo com o regimento interno da Assembleia Legislativa.

No período da tarde, quatro comissões realizarão reuniões ordinárias. Os membros da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária se reúnem a partir das 14h. No mesmo horário se reúnem, também, os membros da Comissão de Previdência e Assistência Social.

Às 14h, se reúnem os membros da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Minerais e da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transportes.

Quinta-feira (29)

Às 8h, os deputados realizam a quarta sessão ordinária da semana no Plenário das Deliberações.

Por requerimento do deputado estadual Allan Kardec (PT), será realizada audiência pública na quinta-feira, a partir das 14h, para debater a campanha sobre conselheiro cidadão em Mato Grosso. O evento será no auditório Licínio Monteiro.

Sexta-feira (30)

O deputado Valdir Barranco (PT) é o requerente da audiência pública que será realizada em Sinop para discutir a situação das famílias atingidas pela construção de barragens. O debate será às 9h, na Câmara Municipal.

Também às 9h, em Cuiabá, será realizada mais uma etapa de discussão coordenada pela comissão especial instalada para tratar da criação do Geoparque de Chapada dos Guimarães. A reunião será sede na Assembleia Legislativa, em Cuiabá.

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MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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