Economia

Fecomércio-MT acompanha projetos de lei contra a Covid-19 que impactam o comércio no estado

Publicado em

Economia

Da Redação.

Para acelerar a tramitação de proposituras que tratam de temas relacionados ao novo coronavírus (Covid-19), as comissões da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) requereram a dispensa de pauta em todas as matérias relacionadas à doença, em razão da urgência das ações que o período exige.

Atenta aos trabalhos dos parlamentares na Casa de Leis, a Rede Nacional de Assessorias Legislativas de Mato Grosso (Renalegis), pertencente à Fecomércio-MT, monitorou 27 propostas de lei que interferem no comércio em todo estado, sendo que a sua maioria (14) traz prejuízo para o setor.

O presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, explica que a atuação da Renalegis no estado impede um dano maior aos comerciantes neste período de pandemia. “A parceria firmada entre a ALMT e a Fecomércio-MT possibilitou acompanharmos as proposituras que impactam no comércio mato-grossense e ela tem surtido efeito. Corrigindo falhas e enaltecendo os trabalhos dos deputados”, pontua.

Sobre as proposições, destaca-se – de forma prejudicial ao comércio – o Projeto de Lei nº 203/2020, do deputado estadual Silvio Fávero, que dispõe sobre o congelamento de preços de medicamentos durante a vigência da pandemia do novo coronavírus.

A Nota Técnica encaminhada pela Federação do Comércio à ALMT entende que a propositura, ainda que bem intencionada, busca limitar o poder econômico de alguns agentes, podendo ter como efeito o aumento da discriminação mercadológica indevida, bem como atuações que geram ineficiências sistêmicas de desabastecimento a curto prazo e aumento de preços a longo prazo.

 A entidade máxima do setor comercial também se manifestou de forma positiva para o projeto de lei apresentado pelo deputado Delegado Claudinei (PL nº 371/2020), que tem por objetivo conceder a compensação de ICMS sobre o valor de bens e mercadorias doadas por empresas com sede ou filial no estado ao Sistema Único de Saúde (SUS), como álcool 70%, luvas e máscaras médicas, entre outros.

Também em Nota Técnica emitida pela Fecomércio-MT, assinada pelo superintendente Igor Cunha, a posição favorável ao PL se explica pelos inúmeros benefícios na prestação de serviços de saúde voltados à população, bem como às empresas que serão beneficiadas com a compensação do ICMS em razão de sua contribuição para o combate à pandemia.

 

Foto: Fecomercio-MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Economia

Ibovespa cai 2,68%, e dólar fecha em leve baixa a R$ 5,34

Publicados

em


O mercado financeiro brasileiro teve mais um dia de forte pressão sobre as ações nesta quarta-feira (28). O Ibovespa caiu 2,68%, aos 171.006,10 pontos, no terceiro pregão consecutivo de perdas, enquanto o dólar encerrou em leve baixa, cotado a R$ 5,34.

As incertezas sobre a política fiscal do governo mantiveram os investidores cautelosos, apesar da decisão do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, de manter os juros inalterados.

Principais números

  • Ibovespa: 171.006,10 pontos (-2,68%);
  • Bolsa na semana: perda acumulada de 16,6%;
  • Bolsa no mês: recuo de 8,2%;
  • Dólar comercial: R$ 5,34 (-0,19%);
  • Dólar na semana: alta acumulada de 6,95%;
  • Dólar no mês: valorização de 3,19%.

Ibovespa renova mínima

O Ibovespa fechou no menor nível desde 20 de agosto, quando havia encerrado aos 167.927,15 pontos. Durante o pregão desta quarta-feira, o índice oscilou entre a mínima de 170.162,48 pontos e a máxima de 175.711,22 pontos.

As perdas atingiram diferentes setores da bolsa, com destaque para empresas mais sensíveis às condições da economia brasileira, como setor imobiliário e companhias de menor porte.

O movimento ocorre após uma sequência de ajustes nas posições dos investidores desde o resultado das eleições presidenciais. Dados da B3 indicaram que os investidores estrangeiros retiraram R$ 2,846 bilhões da bolsa na segunda-feira (26), primeiro pregão após o segundo turno.

No cenário internacional, o Fed manteve os juros norte-americanos entre 3,75% e 4% ao ano, conforme esperado pelo mercado. A decisão teve impacto limitado sobre os negócios brasileiros, enquanto o índice S&P 500, das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, encerrou o dia em alta de 0,28%.

Dólar fecha em baixa

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira com queda de 0,19%, cotado a R$ 5,34, após uma sessão marcada por oscilações. Por volta das 13h30, a moeda estadunidense chegou a R$ 5,399, mas perdeu força na reta final dos negócios, acompanhando o movimento de enfraquecimento do dólar no exterior após a decisão do Fed.

No mercado doméstico, as atenções permaneceram voltadas às incertezas sobre a política fiscal do novo governo e à repercussão do cenário político brasileiro nas relações com os Estados Unidos.

A moeda estadunidense acumula alta de 6,95% na semana, refletindo principalmente a disparada registrada na segunda-feira, e valorização de 3,19% em outubro. No acumulado do ano, porém, registra queda de 2,59%.

* com informações da Reuters



TOP FAMOSOS

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA