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32ª Feira de Vinil e Criatividades conta com 15 expositores criativos do Estado

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Com 15 empreendedores da economia criativa mato-grossense, a 32ª Feira de Vinil e Criatividades vai ser realizada neste sábado (7.2), na Tchá Por Discos, no bairro Boa Esperança, em Cuiabá, com entrada gratuita. O evento celebra uma década de empreendedorismo criativo em edição especial “pocket”. Com apresentação de Djs, show autoral, lançamento de video clipe + single e feirinha.

A feira nasceu em 2015 e em 2025 completou 10 anos de atividades incentivando a Economia Criativa e a cultura mato-grossense. A primeira edição de 2026 da feira vai ser realizada na sede da produtora cultural organizadora do evento, a Tcha Por Discos, na Avenida Edgar Vieira, nº. 640 no bairro Boa Esperança, com entrada gratuita ou solidária de 1kg de alimento não perecível ou 1 livro usado.

O público poderá conferir de perto o trabalho colaborativo fomentado que reunirá cerca de 15 expositores criativos de Cuiabá e outras cidades mato-grossenses. Estarão disponíveis muitos discos de vinil, empreendedores de arte, moda, gastronomia, literatura, chopp artesanal e diversos outros produtos autorais.

A programação inclui a apresentação de 03 DJs, show autoral do cantor Paulo Brother, lançamento do single “Floresta Imortal” da dupla PunkBeat composta pela dupla de artistas Caio Matoso e Julio Custódio.

O evento é uma produção da Tcha Por Discos, com co-realização do Instituto Balaio. Conta com apoio da escola de música Bateras Beat Cuiabá, Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Governo de Mato Grosso, Ministério da Cultura e Governo Federal, por meio da Lei Paulo Gustavo, no âmbito do Edital nº 08/2023/SECEL – MT Criativo – Feiras de Economia Criativa/Solidária.

Atrações confirmadas:

• Show acústico: Paulo Brother.

• Djs: Fabio Draw, Cleyton Marcio e Nando Castelli.

• Lançamento de video clipe e single “Floresta Imortal”: Artista: PNK BEAT (Caio Mattoso e Julio Custódio).

Serviço:

• Evento: 32ª Feira de Vinil e Criatividades.

• Data: Sábado, 07 de Fevereiro de 2026.

• Horário: 14h às 21h.

• Local: Casa Cuiabana – Av. Edgar Vieira, 640 – Bairro Boa Esperança – Cuiabá/MT.

Fonte: Governo MT – MT



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Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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